Desejo que as asas da ausência voem ao encontro da minha presença. Que azar! A fonte secou. Agora só restaram as pedras.Como consolo, congelei-as no corAÇÃO. O desejo? Possíveis imagens.Petrificadas.Que alçaram vôo nas asas da imaginação. Mesmo se algum outro passarinho tentar carregá-las, será em vão. São meras miragens, disso não passarão.Meras miragens num texto nu e sem conexão.
Esta é a caixa de biscoitos sortidos. A coleção de reflexões desconectadas e personalizadas. Quando o meu saco fica cheio é aqui que ele poca. A panela tampada em que eu fico popcorneando. A minha própria válvula de escape, típica de panelas de pressão. Nada de impressionante, se houver, deve ser impressão sua.
SOLTANDO O VERBO
Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Qual a cor da transparência?
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