SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Quebra de embargo sem barganha


Esse post é dedicado a uma das minhas companhias mais íntimas: a minha sombra, claro. (haha humor sombrio)
Sombramiga, hoje é quinta-feira 17 e eu combinei – há exatamente dois dias, ou seja, terça-feira 15 – de comparecer às 15 horas do dia 17 ao trabalho da minha prima que sempre tem alguma coisa emocionante pare me contar. Como a minha vida (até agora) nunca teve taanta emoção, risco, aventura, perigo, risada, eu aceitei sem pestanejar – afinal, ao menos escutar já é alguma coisa. (?) Sendo que às 17 horas do dia 17, eu tenho um encontro marcado – não com a minha prima. =D
Bom, não se assombre, sombra – eu continuo de sobra (=P Será que as aulas de español estão dando uma apimentada no dramatismo? Pra quem concorda, isso na verdade faz parte do processo de escrita. Por exemplo, nesse instante era pra eu ter digitado sombra, mas errei. É sempre assim.A penicilina foi descoberta por acaso. “São tantas invenções” que eu não me lembro que foram descobertas por acaso. Talvez até a chave De casa que eu perdi ontem a noite também seja descoberta por acaso! – haha-  enfim).
Freguês, o que eu quero dizer em som portugays é que (khdkad) esqueci da consulta da psicóloga. Meu pai diz que o meu problema é que eu não tenho problema. Mas se é assim, como o senhor, pai, pode explicar o fato de eu passar quase uma hora inteira sem parar pra respirar do tanto de coisa que eu vomito na cara dela, heim? Rã...
Na realidade o objetivo desse post é perder tempo. O meu tempo, pois tenho que ir para o SENAC e ainda estou aqui e o seu tempo, já que eu não desembucho de uma vez. Então, para não ser tão chata com vocês, amigos do sertão do pé de feijão, eis :
Toda vez que eu falo pra alguém que faço psicóloga e tal, percebo uns olhares introspectivos.
As tentativas de constatar um “ eu sempre soube que você era degenerada”  perpassam  o meu interior numa familiar semelhança com os Raios X. Seja coincidência ou não seja, a questão é que a típica retrospectiva de deja vú volta novamente.
Será que se eu disser que vou à psicodélica, eles vão achar que eu vou pra rave que eu nunca fui?
Eu reivindico, pra quê (te) ter éter na mente?
E UM GRANDE "QUÊ?!" PARA TODOS VOCÊS!
=D

2 comentários:

  1. Haha, muito bom, como sempre.
    Esses olhares introspectivos são comuns mesmo. Mas por que você não desfaz o preconceito das pessoas falando bem da terapia?
    Ah, e todo mundo tem problemas. Não ter problema já é um problema! =P

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  2. O seguidor que mais me incentiva a voltar à ativa^^

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