SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

“Some” Something

I bought a butter to fry ---------
In the day after, I looked for that, but I didn’t find it!
So, now I can't stop thinking:
...
Was that a butter-fly?

=P

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Pingos de gente

No último dia do ano, juntei o maior número de estrelas que pude.
Eu mal pude acreditar na quantidade de mártires produzidos por aquela arte artificial. Pois é, alguém me disse que esses tais de fogos de artifício derreteram os pregos -de tão quentes! E a partir daí começou a chuva de estrelas cadentes.

Muitas, imensas, brilhantes. As mudas passageiras não eram mais como antes.
Quando percebi que a chama podia apagar o brilho, deixando a lua solitária à noite, não quis que tamanha indignação virasse tema pro próximo São João: fogo de palha.
Pra ser coerente, senti uma espécie de afeto de mãe afetando esta mão e, talvez por essa razão, tratei de tratar das inocentes.

Assim, ainda que estreita, desatei a faixa do meu cabelo e , com todo o cuidado que eu não tenho, amarrei nesse pedaço de pano as estrelas de fim de ano.

E agora, meses depois, dia após dia, me pego passeando pela praia. E cada pé após grão de areia, cada passo após poça de sal me traz a sensação que as estrelas me escapam! Me deixam só com o sol... seco, árido, desgastante. Desgraçadas!

Meu esforço foi em vão?
...
Até que chegou um dia que não tinha mais nenhuma estrela no pano. Vou confessar, entrei em pânico.  Virava e revirava, frente e verso, letra e melodia...
Imersa em melancolia, quis mergulhar.
Nem sei como explicar a reviravolta. Foi tudo tão rápido, looping de montanha-russa!
De repente não era mais dia, olhei pro céu: p-r-e-g-a-d-o de estrelas!
De repente, por incrível que pareça, apareceu uma constelação de estrelas-do-mar que, de tanto me amar, me amarraram no fundo do mar.

PS: Um dia espero que o inesperado seja meu verdadeiro plano. Enquanto ele não chega, eu espero. Feito criança que quer logo crescer, crio aqui comigo -a Esperança.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Uma hipótese (a)plausível

Como uma boa maceioense, tenho família em Pernambuco. Ou seria, como uma boa maceioense, minha família veio de PE? De um jeito ou de outro, agora sou eu quem continua o movimento contrário.


Tudo isso sempre me trouxe indagações lingüísticas ou vocabulárias. Por exemplo, por que um povo que mora só a 3h30 de carro chama o centro de Recife de...cidade! Recife não é a cidade e o centro – mais um bairro?

Até que ontem enquanto caminhava pela orla de Manly, em Sydney – em meio a um emaranhado de pensamentos relacionados ao ano que passou e wishes pra esse que has just Born- me ocorreu esta idéia:

Manly é mais um bairro de Sydney. Acontece que como é mei afastado (30 min de Ferry), as pessoas daqui quando precisam resolver alguma coisa no centro falam... "Ah, tô indo na City"

O MESMO CASO DE RECIFE=D

Eis a conclusão desta Blogada-embrião que só foi fecundada porque eu tô sem fome pra tomar café:

O Centro de Recife é como o cérebro dos fetos, do ponto de vista de ter surgido primeiro. Fato.

Daí então os demais bairros-mebros (membros superiores, inferiores e ógãos internos) foram se desenvolvendo também. Sendo que quando precisava, resolver algo no centro, diziam: " Ah, tô indo na cidade"
=D
ÓOOOOOOOOOOOOO
APLAUSOS, POR FAVOR
 jkashdjkshfdjhsdjtccccstxxxxxxxxx
APRECIEM SEM MODERAÇÃO!