SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Uma hipótese (a)plausível

Como uma boa maceioense, tenho família em Pernambuco. Ou seria, como uma boa maceioense, minha família veio de PE? De um jeito ou de outro, agora sou eu quem continua o movimento contrário.


Tudo isso sempre me trouxe indagações lingüísticas ou vocabulárias. Por exemplo, por que um povo que mora só a 3h30 de carro chama o centro de Recife de...cidade! Recife não é a cidade e o centro – mais um bairro?

Até que ontem enquanto caminhava pela orla de Manly, em Sydney – em meio a um emaranhado de pensamentos relacionados ao ano que passou e wishes pra esse que has just Born- me ocorreu esta idéia:

Manly é mais um bairro de Sydney. Acontece que como é mei afastado (30 min de Ferry), as pessoas daqui quando precisam resolver alguma coisa no centro falam... "Ah, tô indo na City"

O MESMO CASO DE RECIFE=D

Eis a conclusão desta Blogada-embrião que só foi fecundada porque eu tô sem fome pra tomar café:

O Centro de Recife é como o cérebro dos fetos, do ponto de vista de ter surgido primeiro. Fato.

Daí então os demais bairros-mebros (membros superiores, inferiores e ógãos internos) foram se desenvolvendo também. Sendo que quando precisava, resolver algo no centro, diziam: " Ah, tô indo na cidade"
=D
ÓOOOOOOOOOOOOO
APLAUSOS, POR FAVOR
 jkashdjkshfdjhsdjtccccstxxxxxxxxx

Um comentário:

APRECIEM SEM MODERAÇÃO!