Porque sou escrava do que escrevo,
São poucas, porém, completas.
Porque escrevo errado em linhas retas,
São loucas, veias abertas.
- Venha de mansinho,
Como quem não quer nada,
Te troca, me tenta e se brasa...
Mal podem esperar.
Chegam de mansinho,
Como quem não quer nada,
Tentam te tocar.
- Venha de mansinho,
Como quem não quer nada,
Te troca, me tenta e se brasa...
Na hipnose de tanta tentação,
O quadro se inverte.
Mergulha na diversão o ex-inerte!
Então -como quem não queria nada,
Cada centímetro quadrado se vê
Circulado por todo o lado
De lábios de você.
Nós comemos hippie nozes por telepatia, por osmose - e por poesia.
Gênia! Gênia! Gênia! OMFG!
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