Livros, livros, radicais livres.
Ás vezes fluindo junto a pré ou su-fixos, litros de letras circulam livremente
por essa corrente sanguínea. Venenosos, quiçá roubem meus vasos para, nessas
veias, regarem rosas vermelhas. Ou não, talvez só arranquem sujeiras daninhas. O fato é que,
envoltos em tubos, adentram as quatro paredes desse quarto e, sem titubear, se pregam à
minha intimidade.
Livros, livros, radicais livres, enquanto uns vão, outros voltam. O montante não se amontoa, se desprende. É arrastado. Auto-explodido.Traídos pelos extremistas, fundamentalistas, literais se livram até serem dissuadidos por uma bomba atômica. Em outras palavras, até serem presos por este coração - que bate e bate; bate bate; batbat, btbt...
Bate a porta
da aorta para ver se é recebido por alguém, ingênuo o suficiente, carente demais
para permitir que grupos de radicais foragidos se sentem à mesa e, com todo o
sentimento, sejam convidados a desfrutar a horta da casa da arte.

A Day? A arte corre em suas veias, bombeada por seu coração e comandada por seu cérebro. :D
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ResponderExcluirO que seria de mim sem o meu empresário preferido? "E único!" ^^
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