Esta é a caixa de biscoitos sortidos. A coleção de reflexões desconectadas e personalizadas. Quando o meu saco fica cheio é aqui que ele poca. A panela tampada em que eu fico popcorneando. A minha própria válvula de escape, típica de panelas de pressão.
Nada de impressionante, se houver, deve ser impressão sua.
SOLTANDO O VERBO
Sou o recheio A essência do bolo sou eu quem assa Sem receio de me queimar
It's too late pra cantar o leite derramado.E vc sabe, a gente não faz milagre, Chico não cura choque... Ou talvez cure. Quem sabe hj digo isso justamente por ter ouvido muito Olhos nos olhos pra desento"chicar"?
Linda... como sempre!
ResponderExcluir(...)
ResponderExcluirTem um olho que não está
Meus olhares evita
E outro olho a me arregalar
Sua pepita
A metade do seu olhar
Está chamando pra luta, aflita
E metade quer madrugar
Na bodeguita
Se os seus olhos eu for cantar
Um seu olho me atura
E outro olho vai desmanchar
Toda a pintura
Ela pode rodopiar
E mudar de figura
A paloma do seu mirar
Virar miúra
É na soma do seu olhar
Que eu vou me conhecer inteiro
Se nasci pra enfrentar o mar
Ou faroleiro
(...)
It's too late pra cantar o leite derramado.E vc sabe, a gente não faz milagre, Chico não cura choque...
ResponderExcluirOu talvez cure.
Quem sabe hj digo isso justamente por ter ouvido muito Olhos nos olhos pra desento"chicar"?
ahuahauahuaha... adorei.
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