SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

domingo, 30 de dezembro de 2012

O amor dilatado



Ultimamente me peguei pensando que eu tenho amor demais para dar. Isso não seria problema se não fosse a imensa dificuldade em encontrar um coração onde caiba todo o meu amor. A questão é justamente essa, achar um coração flexível o suficiente para, aos poucos e sem pressa, ir se dilatando. Ir se dilatando a ponto de fazer o meu coração, já maior que eu, se dilatar também. Já pensou? Cada coração se alimentando do amor do outro e crescendo, crescendo... Mas, e se os corações não suportarem tanto amor e PLOC! pocarem? É um risco. Acontece que, antes disso, eles também podem se tocar e então um adentrar o outro e se unirem e crescerem juntos. Porque o amor pra mim é isso: dois corações que se dilatam, se juntam e viram um só. Cada qual sem deixar de preservar o amor próprio...

3 comentários:

  1. Você foi no centro da questão! O risco e o que nós buscamos. Também o fato do amor próprio, afinal, como amar outra pessoa se não ama a si. Muito boa reflexão.

    Ps: Não se preocupe, quando menos você esperar irá aparecer quem você menos esperava... sempre é assim :P

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  2. Leo, vc sempre me põe pra cima, brigada, amigo. Mas pra ser sincera, fico feliz pq no momento n tô c essa preocupação. Claro q no fundo, eu gostaria né haha mas é que considero fundamental passar um tempo comigo, sabe. Com o q gosto e me faz bem, família, amigos, natureza, R.I, dança e poesia. Que a felicidade venha de dentro pra fora! Cheers! =D

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  3. Gostei, mas nem sempre transbordar demais é bom! ;)

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