Estava à toa na vida
Caminhando pela avenida
Até que algo me fez parar bruscamente:
Avistei um espécime curioso...
Ali, colado ao chão, aonde pessoas vem e vão
Mas elas não o vem não
(Tá, isso soa como algo com conotação crítica. Não é essa a minha pretensão now)
Miserável, cinzento, coberto por pó...
Juro que pensei que aquilo fosse um fóssil!
Talvez a última característica recém-citada tenha dado um ar de museu mal-cuidado, estante pouco usada, enfim, imagem de móvel empoeirado.
Pois aquilo ali.
Imóvel.
Tremendamente indefeso.
Era nada mais nada menos...
(Nem passou pela minha mente!)
...que uma lagartixa esmagada.
Eu juro, ela parecia tão...
Jurássica?!
(Por falar nisso, gosto desse nome, Jurássica...
Adoro proparoxítonas, iradíssimo el chico Chico tê-las empregado na construção da letra de “Construção”.
Acho até que o nome é um forte candidato a nome da minha prole –q haha)
Enfim, poupar-vos-ei (q pomposo... blah!) de mais comentários pouco construtivos.
Ave Maria.... Jurássica vai acabar com a menininha. E quando ficar velha então... nem me fale. hauahauhauahauha
ResponderExcluirQuando eu era pirra... eu pegava lagartixa e matava com uma injeção de vinagre. Depois eu colocava ou pras galinhas comerem ou deixava perto de um formigueiro dentro de uma lata meio aberta e depois de uns dias eu ia olhar o que restou dela... apenas o esqueleto.
Eu não gosto de maionese porque uma vez coloquei uma lagartixa dentro de um pote dela. Até hoje o cheiro me lembra a cena.
Eca!!
hahhahahhahaha agora sim tá explicado o motivo de existir alguma comida que o sr. não goste!
ResponderExcluirE eu e o meu irmão brincávamos de cortar os rabos delas - pra ver tremer e se dele, outra lagartixa iria nascer =P
E eu me achava ruim... ja vi que tenho semelhantes.
ResponderExcluirMinha tia me chamava de Mengele quando eu era pirra. hauahauahuah