SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Dêem sugestões à Day sobre o que ser feito

O que posso fazer
Se a sua camiseta branca combina
Com a minha calça colorida?

O que posso fazer
Se suas palavras são máquinas a vapor
Que revolucionaram o meu modo de ver a vida?

O que posso fazer
Se é o calor dos seus braços
Que me impedem de prestar atenção aos calos?
Se o seu carinho cura as minhas feridas?
E até a areia de o Grande Sertão Veredas
(que é meu interior)
Fica florida?
Quando regada
Meu amor
Por sua saliva

O que posso fazer
Se a sua ausência me põe
Num caminho sem saída?
E a sua presença me faz crer
Que a estrada é muito comprida?
E ainda há muito o que aprender
Mais eu do que você

O que posso fazer se eu tive a sorte
De encontrar alguém
Que com ele
Viveria até a morte?

O que eu posso fazer
Se eu sou uma árvore
E você, a minha raiz?
Você é o mestre
E eu a aprendiz

Quando menina
Era um trevo de 4 folhas
O que sempre quis
Isso foi até conhecer Luiz (haha)
Pois você é um raro trevo
Que em lugar algum vou achar
Nem no ar, nem no mar, nem em Marte! =D
...

O que posso fazer se só agora
meu olhos começaram a brilhar?
MAS O QUE POSSO FAZER?
Você encheu de luz as trevas da solidão!
E minha melhor companhia é o seu coração.

3 comentários:

  1. I love you chuchu!!!

    Adorei!!

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  2. Blah, n sei se é pq n tô maiz apaixonada, mas desenvolvi uma tendência pra diabates - não posso mais com meloso. Anos mais tarde, acho muito mel-lhor ser menos escrachado e deixar mais no ar, suspenso...

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