Eu preferiria uma metamorfose ambulante, mas o que me restou
foi ser essa contradição incandescente. Ainda ontem vi borboletas quando
bem-te-vi. Agora a pouco seu canto virou
rouco. O Outrora já não é o mesmo de antes. E o antes não é mais como agora.
Eras por eras, viro e revolto. Num dia revólver, pólvora em teu
corpo. Noutro me acenda, Voltz feito
lobo. Num instante me assuma, nem é o bastante. Mas faça o favor, suma no segundo
seguinte. Se guie por si só e não segure o impulso - tenho repulsa. Agarre-me
de repente e sinta uma garra indecente. E se, por um acaso, a afiada arrancar da
camisa fio, eu aproveito e te desafio:
Se aproveite quando eu estiver distraída e me mostra um
pouco da tua vida. Tira qualquer tensão e me diz, anônimo: contração e distração
– antônimos! Me vira do avesso e me
prova o contrário, que (a)provo teu sabor. O que faço com esse desejo? Em quem
vou guardar o amor?
Esse me deixou sem palavras de tão ousado, provocativo e... imperativo. Esse blog e, sua dona, me fazem bem. haha
ResponderExcluirEntão acredite que foi pra retribuir o "sem palavras" que vc me deixou com o último comentário ;D
ResponderExcluira melhor parte foi o "contração e distração – antônimos!" haha
ResponderExcluirguilherme
Mas se ainda assim queres ser meu máximo, me vira do avesso e me prova o contrário. A-D-O-R-E-I
ResponderExcluirQue bom, Dessa! Fico feliz que só =**
ResponderExcluir