SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

sábado, 28 de novembro de 2009

Fofoca

- O coração dele e coração dela são uns desastrados!


-Minha filha, pois não é que eles se perderam

Num abraço

E agora estão perdidamente apaixonados?

-=O

-E tem mais!

Ouvi dizer que acabaram.

-Jura?

-Acabaram se dando um nó

E agora são um só.(^^)

-tsc tsc

Aonde esses dois (ou seria um) vão parar?



Corações que param...

Isso que eu chamo de morrer de amor.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Quem dera

Um dia ainda vou beijar
Cada cm² do seu corpo


-Bem devagar-

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Esconde-esconde

Quando a gente gosta

Cada beijo esconde

Uma nova aposta


Qualquer sensação

Tem o poder

De ser

Encantadoramente

Diferente


Nessa brincadeira

O que encontro?

Ali, sobre a cadeira

Camuflado

À sombra de alguma estrela cadente...


Vossa presença é um presente.


(“Achei!”

corre corre CORRE CORRE!

Ufa!

Resta a sentença:

“Batida salve todos!")
;D

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Pe(r)dido

Por mais que eu seja um leão
Por favor
Não me deixe ao léo

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Angústia

Não vou nem comentar o desgosto musical de certas pessoas.


Quer dizer, se eu seguisse isso ao pé da letra, se eu fosse fazer – não fazer, no caso- essa blogada seria quase um dinossauro, isto é, seria extinta. Uma ex-blogada. Então, para não começar esse post com um “era uma vez uma blogada”, resolvi cutucar esse assunto.

Por sinal, ele surgiu enquanto yo estava no carro juntamente com o meu adorável irmão e a minha santa mãe Sandra. Estávamos nós, os três mosqueteiros, passeando pela orla de Maceió e eu a contemplar- maravilhada- o límpido azul-piscina no mar da minha cidade natal, mar sem barbatanas de tubarão – vale ressaltar (ops! Recifenses =D). Na verdade, a narradora que vos fala tentava se concentrar na concentração salina (ação que não precisa de esforço nenhum),mas uma insignificância lhe aperreava. Tal qual mosquitos aperream o juízo.

Certo, a mosca que pousou na minha sopa era o som do rádio que o meu brother insistia em obrigar-nos a mim e a minha mãe a ouvir. AFF!

-Muda de rádio, DY!hermano

-Quer qual, minha filha?! – fazendo uso do seu corriqueiro tom de voz: grosseiro

-Bota na 107,7.

-Isso é rádio de otário.

(-Massa)

(Grrrrr...vontade de correr dali!)

Como ele estava no banco da frente e, por isso, com a posse do recurso de mudar de estação, ou seja, o poder em suas mãos, eu acatei ressentida. Amargurada, engoli em seco. Assim como operários se conformam com a alienação, afinal, eles não detêm o controle da propriedade dos meios-de-produção (é aí que está a origem da desigualdade no sistema capitalista). O mesmo ocorre com tantos chinesinhos, indianinhos, tailandesisinhos, cingapurinhos, demais asiaticozinhos, africaninhos, latino-americanozinhos. Todos constituem parte da massa explorada pelas transnacionais. Se bem que eles detêm algo: sua própria mão-de-obra. Porém, barata. Só isso! Sequer têm opção.

-Ou um prato de arroz ou nem um prato. O que você prefere?

-Hum... Existe a alternativa pranto?



Pronto! O enfoque da câmerautora deveria se restringir à crítica musical. (Não que eu saiba fazer algum ruído digno de se chamar música e, por conseguinte, tenha moral para falar. No entanto, ainda assim, ouso criticar. De qualquer modo, não me enforquem nem me mandem para a guilhotina!

... Pensando bem, eu até gostaria, confesso. Se for pensar sob o ponto-de-vista dos motivos de enforcamento durante a Inconfidência Mineira, aspiravam mudanças e tal. Em contrapartida, essa ótica não se aplica no que diz respeito à guilhotina. Já que as cabeças roladas foram as de nobres conservadores. Resumindo: serei uma guilhotinadora, uma rebelde jacobina a espalhar o “Terror” da fase da Revolução Francesa de mesmo nome.

Fçslidflshdhlkjklfaçak

Sabe, ás vezes eu devaneio tanto para ilustrar o que quero dizer que tenho a impressão que meus textos são iguais a certas músicas as quais o ouvinte está louco para ela “começar” – em outras palavras, o cantor começar a pronunciar palavras- mas há uma enorme introdução instrumental. Sendo que quem realmente entende, percebe que talvez o objetivo da canção seja explorar mais os instrumentos mesmo. Por exemplo, ontem mesmo tava voltando de viagem e no caminho escutei uma música que só dizia algo como “ tem momentos que uma calça jeans é a melhor coisa” =P Várias repetições. Com certeza, deveria existir alguma lógica por trás que a minha cegueira de leiga não permitiu enxergar através da translucidez da música. Outra citação: Roupa Nova. Não gosto das letras (acho de um sentimentalismo elementar) nem das vozes (parece que influenciaram o KLB – haha), porém, tem gente que entende de música e gosta devido aos arranjos. O mesmo se aplica aos textículos aqui publicados: essas explicações, divagações fazem parte e talvez sejam até melhores que o conteúdo real que eu pretendo passar.

Então, seguindo a máxima “O inferno são os outros” – que não entendem. Parto de uma reflexão existencial e retomo ao propósito inicial dessa conversa. Vou reler os parágrafos anteriores a fim de pegar o fio da meada. Que a onda me leve! (Se bem que depois da onda, vem a ressaca que me puxa de volta, me arrasta e em seguida me lança, me atira nas rochas – huuummm... atitude voraz! Jakdhkajhfdkjahfkja)

ENFIM,

Como é que tanta gente consome essas gororobas que são distribuídas por aí? Sem a mínima noção de discernimento! Pergunto-me como eles conseguem gostar desses estilos, meu Deus? A minha opinião é que eles escutam tanto que acabam se acostumando. São adestrados. As “letras” são decoradas por osmose de tão insistentes na repetição. Eu fico pensando no porquê de eu ainda não ser uma “artista” visto que para serem compostos grandes sucessos não é preciso grande coisa, sequer precisa pronunciar palavras, pior, consoantes! Quem não conhece o “ aê/aê/aê/aÊ/Ê/Ê/ê/Ê /ô/ô/ô/ô(bis)?kjgxfkshgfsgfksgf

Eu odeio com todas as minhas forças música pop trash americana tipo Rihana, Beyonce, Mariah Carey, Pussycat dolls, sei lá quantas quengas mais. (Certa vez, estava ele- o ambulante de cd pirata- ao lado de uma farmácia, o carrinho dele tocava mais uma desse estilo, e eu fiquei seriamente em dúvida pra saber qual era a drogaria (hãhã) q haha). São suuper apelativas! Podem até ter um vozeirão, mas quem vai valorizar o instrumento de trabalho delas (subtendo que, por serem cantoras, a voz seria o que gostariam que os outros notassem e reconhecessem, como uma bailarina quer que prestem atenção nos movimentos árduos dela e não no figurino) se elas estão com metade da bunda pulada pra fora? =O Não são cantoras, vão prum cabaré! Acho que lá valorizam essas danças vulgares confundidas com “sensuais”. Sério, se eu for mencionar agora as bandinhas que dizem ser “forró’, não acabo mais! (E ainda insistem em dizer que aquilo são “bailarinas”! Quanta ofensa...=O)

E os hip hops estadunidenses? Clipes repletos de mulheres vadias embaladas por um barulho grotesco, carros-máquina fodásticos (seria uma tentativa frustrada de fertilizar a imaginação que o cara seria uma “sexmachine”?! =P), sem falar no estilo – pesadas correntes de ouro- me dá náuseas. Não suporto ir para academia e ser estraçalhada por esse ritmo. É quase um estupro se for analisado pelas premissas de violência, uma invasão que o sujeito não deseja que o agente aja. Existe tortura pior que você tá lá na esteira, correndo feito um hamster, tentando pensar em tudo e mais um pouco para desviar a atenção do sofrimento ( o suor pingando no seu rosto faz você se sentir num ônibus pinga-pinga =P) e aparece mais outra cruz? kahdkjhakjfhsjklfh

Não posso não me referir aos pagodes dor-de-cotovelo e aos rocks-emos tamanhamente engolidos (não imagino que isso seja capaz de ser saboreado). Eu até entendo a vontade de chorar que dá depois que se escuta Fresno ou aquela banda de “Entre razões emoções a saída”... argh!

Certo que Beethoven compôs algo (sinfonia, sei lá) intitulado “a fuga”. Aparentemente seria um som ruim (daí o nome), contudo, só uns poucos conseguiram escutar de acordo com o que estava na cabeça do austríaco, esses pingos se surpreenderam extasiados, vidrados, mágicos.

O que não se aplica aos demais casos recém-mencionados.

Pois então, se querem torturar alguém como eu, me coloquem ao “som” disso. A angústia é tanta que eu fico tonta. Uma barata tonta querendo fugir, porém enclausurada. Por fim, morro. Como os bonecos do The Sims morriam quando eu erguia quatro paredes, ponha-os dentro, retirava a porta e assistia a morte deles (sim, sou sadicamente maligna). Sem comida, sem banheiro, sem conforto, sem diversão, sem social, o com era só com as necessidades. Todas no vermelho. =P Até que do nada emergia a D. Morte e transfigurava-os num pote de cinzas.

...

Não! Pessoal! Agora já vejo a D. Morteee

Socorro!

(Help! Ainda há hope?!)

Puff...

Virei pó - praticamente uma daylit (=P)

Poeira dos pés do fulano da Índia que o vento leva ao próximo poste. Quer dizer, post. (=P)

Que nem sementes são levadas pelo vento e fecundam a terra e dela surgem plantas (polissíndeto). Desde que caídas em terreno não-pedregoso, caso isso ocorra, poderão vir à superfície não plantas legais, talvez “comigo-ninguém-pode” ou até, espinheiros.

Bom, então não é por acaso que eu moro no Rosarinho

(hãhã)

Haha =DDD



PS: Espinheiro e Rosarinho são bairros do Recife.

APROPRIADO

Post apropriado ao momento.
Momento esse em que eu sou propriedade sua e você também pertence a mim.
Tal qual a lua é posse do céu e o céu também faz parte da lua.
Se é assim, que a gente repouse um no outro.
Em paz.
Amém (haha ^^)

Comigo


Zeca Baleiro


Composição: Zeca Baleiro


Você vai comigo aonde eu for


Você vai bem, se vem comigo

Serei teu amigo e teu bem

Fica bem, mais fica só comigo...(2x)



Quando o sol se vai a lua amarela

Fica colada no céu, cheio de estrela

Se essa lua fosse minha

Ninguém chegava perto dela

A não ser eu e você

Ah, eu pagava prá ver

Nós dois no cavalo de ogum

Nós juntos parecendo um

Na lua, na rua, na nasa, em casa

Brasa da boca de um dragão...



Você vai comigo aonde eu for

Você vai bem, se vem comigo

Serei teu amigo e teu bem

Fica bem, mais fica só comigo...(2x)



Quando o sol se vai a lua amarela

Fica colada no céu, cheio de estrela

Se essa lua fosse minha

Ninguém chegava perto dela

A não ser eu e você

Ah, eu pagava prá ver

Nós dois no cavalo de ogum

Nós juntos parecendo um...



Na lua, na rua, na nasa, em casa

Brasa da boca de um dragão...(5x)



http://www.youtube.com/watch?v=Vth4gYbouyU




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Quadrilha de São Luiz dos Quitutes


Eu sou ímpar
E, ainda assim,
Ele consegue ser meu par

=Daylouca, você ainda acha suspeito ele ser o melhor cúmplice pros crimes perfeitos?
Bom, se ele já roubou o que fica no lado esquerdo do peito, qual a prova que falta?

CONDENADO!

(Condenado a ficar do meu lado
Matuto Amado)

=**

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Querido blog,

Ontem eu dancei "Beat it" sem precisar de beat it ta (birita) =P
Uhuuuu!

O próximo passo é essa:

http://www.youtube.com/watch?v=ACg4OxVDr_w

O que vai mudar será: a plateia.
Ah! Talvez os aplausos não sejam uma mão batendo na irmã.
Quiçá seja uma palma tocando, agradecida, a do outro.
 ^^

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Meu amorecuzinho (ops! haha)

Um dia ainda encontro as palavras certas

Capazes de traduzir o sentimento

Que só você faz transbordar em mim



Até lá, vou tentando

Com açúcar

Com afeto

Com carinho

Abraço aberto

-E sorrisos! =D


Pro meu namoradinho^^



Se bem que...

Quer forma melhor de dizer que eu te ai love iúúúúú?! (=

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Nota de ressentimento

Eu já mencionei aqui algo sobre o não gostar do monopólio da comunicação. A meu ver, a troca de informações dá-se quando os dois emitem e recebem a mensagem. Ambos participam. Por essa razão, é quase inenarrável a minha cara contrariada em face à cruel realidade de blogar neste espaço e raramente receber retorno de você, leitor anônimo, acomodado, bem sentado como fiel representante dessa geração de meias palavras.
Perdão o desabafo, há ressalvas, só quero que entendam que me sinto uma idiota numa caverna, gritando e respondendo ao meu próprio eco ou ainda, feito uma repórter entrevistando um ser invisível que ela imagina estar sentado numa cadeira.

Isso porque se eu postava devido à uma vontade minha, independente da alheia, mas passei a ser sustentada por incentivos, significa que eu espero que eles continuem - não necessariamente com elogios, adoraria receber sugestões ou dicas para me"improve".

Pois quem não palpita, não tem moral pra reclamar que eu não blogo.
Enfim, vocês entenderam.

Vá, luar!




Vá, luar,

Mais uma vez

Com toda serenidade

(Sua por renome)



Vá repousar

Descansado

Nestes (a)braços

- homem-



Que eu quero ouvir

O murmurar

Da tua voz

Enquanto penso:

“Como resistir à tamanha embriaguez?”



Até que tenso

Sem manha nenhuma

Desisto:

“-Oh, insensatez!”



(Cadê luar, vc?

Ah...

Já é de manhã?!)


“Venha/ Antes que amanheça/ Tecer noites e páginas”

Que é “Pro dia nascer feliz!”

domingo, 15 de novembro de 2009

ConstelAÇÕES

Certa vez, fiz um pedido à uma estrela cadente, sendo que ao invés da estrela, o que caiu foi um anjo.
 Esse anjo é você.^^
Você-sabe-quem.
Tal qual tu, não contarei o tratado. Porém, tratarei desejar a você, quarta estrela reLuzente, o que desejo para mim.
Ei-lo: http://www.youtube.com/watch?v=xQV6XVOB7hw

Eu quero a sorte de um amor tranquilo


Com sabor de fruta mordida

Nós na batida, no embalo da rede

Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia!



E ser artista no nosso convívio

Pelo inferno e céu de todo dia

Pra poesia que a gente nem vive


Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum veneno antimonotonia



E se eu achar a tua fonte escondida

Te alcanço em cheio, o mel e a ferida

E o corpo inteiro, feito um furacão

Boca, nuca, mão e a tua mente, não!

Ser teu pão ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum remédio que me dê alegria



Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia

E algum veneno antimonotonia

e algum...
 
Caberá a você realizar (ou não), Ursa Maior.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Todo dia eles fazem tudo sempre igual


Político é preso e solto logo em seguida

O argumento da "excelência" era de que o dinheiro não era dele.
...
...
Claro!

O dinheiro era nosso!

Não vejo a HORA de chupar um...

...


TIC TAC!

Q haha
kjfhkfkjshfskfhalhfs

Hummm...mentes maldosas, heim?! tsc tsc
=P

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Falta de opção no capitalismo

-Um guaraná, por favor.


-Só tem Kuat, pode ser?

-Então me dá uma Coca.=/


Assim fica difícil
Exercer o nacionalismo

Tá certo que é um tanto extremado e eu não quero ter “O triste fim de Policarpo Quaresma”, sendo que seguindo a lógica de incentivo à industria desta terra, eu prefiro Guaraná Antartica a Kuat. Só por essa razão, pois o sabor pra mim é o mesmo.


Mas assim não dá!
Grande hipocrisia
Por a Coca no lugar do guaraná

Que coisa... o capitalismo que tanto se gabou por ter tanta variedade, hoje se vê na mesma situação de falta de opção que o “comunismo” da URSS.

É o que dá... monopolizar... tsc tsc

Você bebe Coca, Kuat, Fanta, Mirinda, Sprite, Jesus, mas a verdade é que é tudo uma coisa só: Coca Cola Company.

A diferença está na máscara.
´

Analisando mais profundamente esse poema de Décio Pignatari- em que os vocábulos se metamorfoseiam e formam borboletas variadas (referência ao jogo fonêmico-semântico)- percebe-se que o objetivo do autor vai além de antipropaganda.


Observe o segundo verso. A passagem de beba para babe evidencia o processo ideológico e o discurso do silêncio. Beber coca-cola não significa nos países de Terceiro Mundo, somente o ato de sorver o líquido e matar a sede; é, antes, a ação de absorver uma cultura que se mistura à essência da coca. Babe, além de representar o ato de lambuzar, transmite um sentido relacionado aos efeitos da perda da identidade cultural.

A frase babar cola é, de certa maneira, aderir ao consumismo, que compreende toda a dinâmica do capital e, por conseguinte a subserviência cultural.

Para substantivar as constatações anteriores, o segundo movimento do poema inicia com a abertura do primeiro, suprimindo o vocábulo cola. O imperativo beba coca engloba, dessa maneira, a necessidade de se consumirem e de se assimilarem todos os componentes culturais que, de forma implícita, a coca representa.

A seqüência babe cola caco, ao proceder a aproximação com babe cola, figura obrigatoriedade da adesão, pois dela dependerão concessões ao Terceiro Mundo e o futuro das empresas multinacionais.

Por fim, a mudança da palavra coca para caco, esclarece a qualidade do produto e do consumidor. Além de remeter à mediocridade da cultura importada, caco deixa entrever a transformação do produto, reduzido a excrementos, cocô, fim de toda sociedade consumista e subdesenvolvida que perde a identidade cultural.

PoiZé...



segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Preferência

Trecho do Sermão da Montanha:


“Digo-vos a vós que me ouvis:

Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam,

Abençoai os que vos maldizem e orai pelos que vos injuriam.

(...)

O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles.

Se amais os que vos amam, que recompensa mereceis?

Pelo contrário, amai os vossos inimigos, fazei bem e sereis filhos do Altíssimo, porque ele é bom para os ingratos e maus.”



Acho esse ensinamento muito admirável.

Fazer bem a só quem Tb o faz pra vc... Qualquer um é capaz de fazer isso.

Mas quem consegue devolver um tapa com um sorriso -sincero, pra mim, é sinônimo de fortaleza.

A vida não pode abrir espaço pro orgulho. Se isso acontecer, tudo (com todas as generalizações que a palavra carrega) vai ser muito restrito.



Então, se eu acredito nessas premissas, não vou ser hipócrita em praticar “olho por olho, dente por dente”.

Vou me inspirar nelas e tentar ser uma pessoa melhor.



Porque quem perdoa não é porque é besta, mas porque escolhe ser feliz a ter razão.

domingo, 8 de novembro de 2009

A Faca foi pro buxo

- Aí tem rodízio de crepe, né?


-Sim, senhora, nós temos rodízio de crepe de quinta a domingo.

-Logo, hoje.

-Aham.

-Massa. Tem algum cardápio?

- Sim, gostaria de carne, peixe, camar...

-Massa.

-Nós temos (algum nome italiano) ao molho (algum nome francês)

- E o preço?

- Hum...acompanha bacalhau?

-Não senhora- respondeu o garçom meio desentendido.

- É que o preço tá salgado.

Hdkahdlafsuflsjfgsjlkfjslkjfsj blábláblá =P

- Vamos às carnes.

-Picanha argentina, carne assada ao sol, maminha, cupim...

-Ei, já que o senhor falou em cupim, desculpe a minha cara de pau, mas me vê alguma coisa a preço de banana.

- Como preferir, nós temos esses camarões na promoção por R$ 19,90.

-Errrm...pelo menos não vai me trazer uma indigestão quando eu me lembrar de quanto custou.

-Vai pedir um desses?

- Acho que sim, mas só para tirar o peso - da minha consciência... Por favor, traz o cardápio de crepes.

Atenciosamente, com toda a satisfação que aprendeu na aula de ciência – a paciência, o garçom leu para a moça todos os sabores enfeitados por nomes criativos, estrangeirizados (a sensação que ela teve foi a de que não só os peixes eram frangos, quer dizer, frescos).

-Vou querer camarão mesmo! E um guaraná. Quanto fica tudo?

-R$22,30.

- Incluindo a entrega? Eu moro bem pertinho, dá pra ver daqui.

-Não, nós não fazemos entrega.

Akdjflksdjfklsjdglshkshkskgjhsklhglsjglksdljfildglhjlgkjdldljldjfhlk



Né Freud? Se colocam o telefone bem grande na placa, quer que eu pense o quê?

Hahahahhaha ;D

(Pra quê esse telefone tão grande?!
PAVÊ?!)

Filhos de Kant

Eu conheço gente que é tão certinha, mas tão certinha que se um dia eu tiver um circo, vou chamar la persona pra ser equilibrista.


Afinal, o que gente assim melhor sabe fazer é

Andar na linha (=P) haha

/;amdçkajfkhsflhslfhlkjfçs


É que “Eu prefiro as curvas/ Da estrada de...”



Abaixo o falso moralismo!
Deixemos o circo pegar fogo!

Adeus aos palhaços sem sal.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Os quatro elementos

4 de novembro, quarta-feira, nuvens, uma cadeira.


Amor

Carinho

Respeito

Looucura!




- Eternamente.




Quatro estações


Quatro fases da lua


Quarteto fantástico (=P)


*Nós quatro:


“Eu e você


Você e eu


Juntinho!”

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Parta para o todo

Toma-me toda inteira
No teu abraço

Apertado

Mas tu também te ofereças

Todo

Por completo

Que assim

Feito faz o sagüim (haha)

Eu me satisfaço



(Com um pedaço)


-Ai, Day! Logo hoje que você aprendeu que nunca se deve dizer todo...


-Nananinanã... Eu também aprendi que não se deve dizer nunca.

=D

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Encontro das águas

Amores são águas doces
Paixões são águas salgadas
Queria que a vida fosse
Essas águas misturadas

Eu que já fui afluente
Das águas da fantasia
Hoje molho mansamente
Nas margens da poesia

^^
Esqueci o verdadeiro autor. Só sei que a Maria Bethânea canta.

Enquanto ela canta, eu encanto! haha

domingo, 1 de novembro de 2009

“ Uuuh... seus olhos são espelhos" - d’alma

Quando olho pros seus olhos
O que vejo
É o brilho dos meus
Refletido nos seus...
Beijos
APRECIEM SEM MODERAÇÃO!