SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Vá, luar!




Vá, luar,

Mais uma vez

Com toda serenidade

(Sua por renome)



Vá repousar

Descansado

Nestes (a)braços

- homem-



Que eu quero ouvir

O murmurar

Da tua voz

Enquanto penso:

“Como resistir à tamanha embriaguez?”



Até que tenso

Sem manha nenhuma

Desisto:

“-Oh, insensatez!”



(Cadê luar, vc?

Ah...

Já é de manhã?!)


“Venha/ Antes que amanheça/ Tecer noites e páginas”

Que é “Pro dia nascer feliz!”

2 comentários:

  1. So falta um com gotas dágua!!

    Você é ímpar!!

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  2. Aquele poema que te dei
    Nunca, nunca mais esquecerei
    A noite linda de luar
    Lua testemunha tão vulgar

    Lembro de você
    E fico triste
    Até me dá vontade de chorar
    De lembrar que o amor
    Não mais existe

    (o resto é resto)

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