SOLTANDO O VERBO

Sou o recheio
A essência do bolo sou eu quem assa
Sem receio de me queimar

domingo, 27 de dezembro de 2009

Ai que saudade d'ocê!

Não se admire se um dia
Um beija-flor invadir
A porta da tua casa
Te der um beijo e partir

Fui eu quem mangdei o beijo
Que é pfra matar meu desejo
Faz tempo que eu não te vejo
Ai que saudade sem fim
http://wfww.youtube.com/watch?v=5Ug--l1sVV

Saudades d'ocê
Saudades do doce

Não tão saudáveis assim...

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Hoje está sendo um dia...

Um dia é hoje em que eu gostaria encontrar respostas de incertezas que amanheceram dispostas a se alimentarem do juízo que me resta. Essas gulosas!
Bem que as soluções poderiam estar escondidas em algum lugar, dentro de um livro...
Uma espécie de manual, tipo “O Príncipe”, que diria: “Quando em sua vida acontecer  X, Faça Y, pois assim você vai evitar se "Z". Ou “Para se manter no cargo (poder), dessa maneira é mais fácil, não falha!”
Quem dera...
Seria ótimo se as questões fossem resolvidas, se eu tropeçasse em algum sábio e ele me dissesse como agir, seria tão mais fácil. Mas  nahhh... Sequer psicólogos – que são pagos- o fazem, alguém gratuito surgido do nada faria para depois, em troca, falar "De nada"?
Quem sabe o que procuro não vai vir até a mim?
Quiçá aquelas garrafas jogadas ao mar com um rolo de pergaminho dentro, indicando o caminho a ser seguido, o mapa do tesouro,felicidade nessa cidade, meu sorriso MARfim?!
Voltando para o hoje tá sendo um dia do início daqui, do início ao fim já sabia eu as respostas. Na verdade, o próprio Sócrates pronunciava na filosofia: “Conhece-te a ti mesmo”.Então, para harmonia e equilíbrio, para a paz de espírito, ouça o seu coração. As respostas estão escondidas, mas estão escondidas dentro de mim. Sendo que, assim como eu, elas insistem em brincar! Eita brincadeira sem- graça esse tal de Esconde-esconde. Batida salve euuu!
E era uma barata tonta, a desorientada
Gostava mais do seu antigo relógio
-Nele pelo menos tinha escrito:
ORIENT

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Quem avisa amigo é

Cho chuá
Cada macaco no seu galho
Cho chuá
Eu não me canso de falar
Cho chuá
O meu galho é em Pernambuco
Cho chuá
O seu é em outro lugar

Não se aborreça, moça da cabeça grande
Você vem não sei de onde
Fica aí, não vem pra cá
Esse negócio da mãe preta ser leiteira
Já encheu sua mamadeira
Vá mamar noutro lugar! 


  

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Dêem sugestões à Day sobre o que ser feito

O que posso fazer
Se a sua camiseta branca combina
Com a minha calça colorida?

O que posso fazer
Se suas palavras são máquinas a vapor
Que revolucionaram o meu modo de ver a vida?

O que posso fazer
Se é o calor dos seus braços
Que me impedem de prestar atenção aos calos?
Se o seu carinho cura as minhas feridas?
E até a areia de o Grande Sertão Veredas
(que é meu interior)
Fica florida?
Quando regada
Meu amor
Por sua saliva

O que posso fazer
Se a sua ausência me põe
Num caminho sem saída?
E a sua presença me faz crer
Que a estrada é muito comprida?
E ainda há muito o que aprender
Mais eu do que você

O que posso fazer se eu tive a sorte
De encontrar alguém
Que com ele
Viveria até a morte?

O que eu posso fazer
Se eu sou uma árvore
E você, a minha raiz?
Você é o mestre
E eu a aprendiz

Quando menina
Era um trevo de 4 folhas
O que sempre quis
Isso foi até conhecer Luiz (haha)
Pois você é um raro trevo
Que em lugar algum vou achar
Nem no ar, nem no mar, nem em Marte! =D
...

O que posso fazer se só agora
meu olhos começaram a brilhar?
MAS O QUE POSSO FAZER?
Você encheu de luz as trevas da solidão!
E minha melhor companhia é o seu coração.

Enganei o bobo na casca do ovo

Ontem aconteceu uma coisa inédita comigo. Uma mulher bastante abalada disse que ia “se jogar na frente de um carro” e que eu a tinha salvado da morte. Fiquei perguntando sobre a vida dela e ela me respondia muito emocionada. Chorava, se tremia... Enfim, comoveu a idiota que vos fala. Era uma golpista. Foi um golpe tão elementar que evitarei falar do elemento porque nem eu mesma tô agüentando a minha ingenuidade.

Fica a lição de que, por mais que eu queira confiar nas pessoas, eu simplesmente não posso. Também aprendi que não posso subestimar os outros, por mais frágeis que aparentem ser. Ai Ai Até ontem a minha cabeça vivia num conto de fadas. Hoje, finalmente, me toquei que o que os outros falam é a mais pura verdade: vivemos num mundo-cão. Cada um lutando a favor de seus interesses, interesses esses que na maioria das vezes se chocam com os dos outros. E prejudicam os outros. Não existe uma “comunidade” em que todos se beneficiam. O cenário é: Ou eu ou eles. Feito caranguejos que para subir precisam passar por cima dos companheiros de caixa e, assim, derrubam-nos. Pode parecer anti-ético. Mas eu, uma ex-sonhadora para um mundo melhor (=B), fui tentar ser boazinha e acabei como bobinha. (PALAVRÕES EXALTADOS). A tentativa de me conformar é: o índice de enganações comigo tenderá a diminuir. Pelo menos é o que eu espero depois desse baque.

Sei que muitos aí do outro lado dela devem tá rindo por dentro, pensando “como ela pôde cair numa conversinha dessas?”, “será que se eu chegar com uma conversa fiada (não necessariamente com o tema da desprezível de ontem), ela também cai na minha?” ou ainda “ainda bem que não foi comigo! ufa!” - numa aula de português fiquei sabendo que pesquisas informam que quando acontece algum acidente, qualquer tragédia, é esse o primeiro pensamento delas.

Bom, vai além dos meus poderes evitar que vocês me enxerguem por esse ângulo. Até porque eu estou sem razão. Falar em razão, fico imaginando como depois de um tempo “caíram várias fichas” e também como na situação a pessoa se deixa levar pela emoção.

Voltando, podem mangar de mim, mas creio que fui enganada na hora certa e o roubo serve até como estímulo para eu recuperar o dinheiro.

Sendo que as desculpas esfarrapadas que acabei de lhes (me)dar ainda são insuficientes para eu me conformar. Por isso, citarei uma série de golpes dados em pessoas famosas ou vigaristas que ficaram famosos por sua lábia. Para que todos saibam (e eu mesma) que não fui a única e que todos vocês serão ou já foram induzidos – sem sequer perceber.

1) Pelé foi enganado pelo empresário Pepe Gordo.Viu falir a Construtora Netuno, ligada à sua empresa Sanitária Paulista.Teve um prejuízo gigantesco. O que mostra que jogar bem não é tudo, do mesmo jeito que tirar boas notas na faculdade também não é tudo. Somente vivenciando que a pessoa percebe as “espertezas” da vida.

2) Lembram do filme “Prendam-me se for capaz”?
História semelhante ocorreu aqui mesmo no Brasil. Foi o Marcelo Nascimento da Rocha, 33 anos. Era empresário, aviador, líder de facção criminosa, rico e famoso. Vigarista, enganou autoridades, celebridades, jornalistas e até os guardas da prisão de Bangu, usando 15 identidades diferentes.

Abaixo segue uma entrevista que o Amaury Jr. Fez, acreditando piamente que ele era filho do dono da empresa de aviação Gol:
- Amaury Jr - Eu queria que vocês conhecessem o Henrique de Oliveira, vice-presidente da Gol. Ele é filho de Constantino, que é o presidente. Em primeiro lugar, muito obrigado por sua participação (...) e parabéns à Gol, porque a Gol está passando ao largo dessa crise. Qual é o segredo?

- Marcelo - Na verdade nós não temos segredo nenhum. Nós partimos do princípio básico do nosso grupo que é nunca estar devendo nada a ninguém. Então temos nossos aviões pagos, quitados, e não fizemos leasing....

- Vocês têm metas internacionais?

- Temos. Agora no próximo ano nós estaremos entrando nessa banca de voo internacional com algumas aeronaves. Ainda não decidimos qual o modelo, mas estaremos entrando, sim.

- Quantas aeronaves tem a Gol?

- Nós estamos com dez aeronaves. Todas são Boeing 737-700, e vamos receber mais quatro aeronaves até o fim do ano.

- Que bom que vocês estão dando um exemplo de administração, porque enquanto está todo mundo esperando, a Gol está navegando e olhando por cima do horizonte. É a primeira vez da Gol no Recifolia?

- É a primeira vez, mas acho que vamos participar sempre, porque é muito boa essa festa... Gostamos realmente e pretendemos ser parceiros de todo mundo....

- Parabéns, Henrique. Leve nosso abraço a Constantino e a toda a diretoria da Gol.

- Levarei. É um prazer estar com você, e sempre que precisar pode contar com a gente. Voe com a Gol, show de bola em aviação.

© Página3/Agência Estado
Sexta, 29/5/2009 14:19.


3) Da Super interessante: O homem que vendeu a Torre Eiffel
Era 1925. O austríaco Victor Lustig estava vagabundeando em Paris quando leu no jornal: PREFEITURA TEM DIFICULDADES PARA MANTER A TORRE EIFFEL. Foi o suficiente para atiçar sua malandragem. Lustig se passou por oficial do governo francês e foi atrás de empresários que mexiam com ferro-velho. Arranjou 6. E chamou a turma para uma reunião num hotel de luxo. "Como os senhores já devem ter lido, Paris não tem mais como bancar a Torre", disse. "A saída é uma só: demolir aquelas 8 mil toneladas de metal e vender como sucata." Ele chegou a alugar uma limusine para levar os homens para uma "visita de inspeção" ao monumento. Depois, chamou de canto o empresário que ele achou mais ingênuo e insinuou: "Se rolar uma comissãozinha, posso facilitar as coisas para o senhor". Não teve erro: o homem subornou o "oficial" Lustig e levou a torre. Antes que o comprador percebesse o chapéu, Lustig já estava em um trem com o dinheiro. O lesado, por sinal, não teve coragem de dar queixa na polícia. Afinal, seria o maior vexame se todo mundo soubesse que ele tinha acabado de subornar um trambiqueiro... Pois é. Lustig era mestre porque sabia enganar malandros. E que malandros. Certa vez, o golpista procurou ninguém menos que Al Capone, oferecendo um esquema para fazer o dinheiro dele dobrar em dois meses com uns investimentos. O mafioso lhe deu 50 mil dólares, junto com uma descrição do que lhe aconteceria se o enganasse. Aí Lustig simplesmente guardou tudo em um cofre. E dois meses depois, devolveu tudo para Capone, pedindo desculpas e contando que o esquema de investimentos tinha falhado. Grato por Lustig ter sido tão honesto, Capone lhe deu 5 mil dólares como prêmio. E era o tal do prêmio que Lustig esperava desde o começo. Outro golpe que ele aplicava em golpistas era vender máquinas de falsificar dinheiro. Falsas. Ele escolhia um bandido e contava que tinha um aparelho fantástico, capaz de copiar notas. "Só que leva 6 horas para que o trabalho fique ok", dizia. O picareta, então, colocava uma nota de 100 dólares na máquina para demonstração. Seis horas depois, saía uma "cópia" perfeita (Lustig colocava duas cédulas verdadeiras lá dentro antes, claro). Depois de embolsar o dinheiro pela máquina, ele ia embora. E o comprador só percebia o engodo depois de 6 horas... Em 1934, finalmente, a carreira dele acabou. Lustig foi preso e mandado para Alcatraz, onde fez companhia ao amigo Capone.

4) Li certa vez a história de um cara que vendeu passagens de barco para terras exóticas nos trópicos e acabavam num fim de mundo sem comida, sem água, praticamente compraram a passagem para o outro mundo.

5) Além das manipulações d einformação da mídia, as técnicas ilusórias de publicidade etc e tal.

O que observo é que na maioria dos casos os interessados (não os interesseiros) se iludiram com a perspectiva de obter algo em troca. E eu?
Nem isso fiz.
Na melhor das hipóteses uma passagem para o céu.
Puff

De qualquer maneira:
"Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio
inferno encontrou energia para fazê-lo."
Nietszche

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Verdade absoluta: Eu sou sua menina, viu?

http://www.youtube.com/watch?v=txLPlvkGiP4&feature=related


O meu amor tem um jeito manso que é só seu


E que me deixa louca quando me beija a boca

A minha pele toda fica arrepiada

E me beija com calma e fundo

Até minh'alma se sentir beijada



O meu amor tem um jeito manso que é só seu

Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos

Com tantos segredos lindos e indecentes

Depois brinca comigo, ri do meu umbigo

E me crava os dentes



Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz

Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz



O meu amor tem um jeito manso que é só seu

Que me deixa maluca, quando me roça a nuca

E quase me machuca com a barba mal feita

E de pousar as coxas entre as minhas coxas

Quando ele se deita



O meu amor tem um jeito manso que é só seu

De me fazer rodeios, de me beijar os seios

Me beijar o ventre e me deixar em brasa

Desfruta do meu corpo como se o meu corpo

Fosse a sua casa



Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz

Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz

Post do dia anterior

http://www.youtube.com/watch?v=VONywcxEQqA


É,


Só eu sei

Quanto amor

Eu guardei

Sem saber

Que era só

Pra você.



Se ao menos pudesse saber

Que eu sempre fui só de você,

Você sempre foi só de mim.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

EXTRA!EXTRA!

A CURIOSIDADE MATOU UMA GATA!

Disseram que foi pq alguém disse que hj vai dizer
sobre o que se trata

(ruído de roer unhas)

Para fazer parte do apontador da informática (Cuma assir?)

Nunca pensei que um dia eu fosse apontar isso. No entanto, mais uma vez aqui estou eu: “essa metamorfose ambulante”. E eu prefiro ser assim.


Bom, lá vai!

Assim como uma planta precisa de hidrogênio, oxigênio, carbono, nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, boro, cloro, ferro, magnésio, zinco, cobre, molibidên, níquel e uma boa incidência de fótons para garantir seu crescimento; as palavras têm também de ser nutridas. Elas precisam crescer fortes e saudáveis! =D Para isso, nada melhor que muitas refeições à base de muita leitura. Tudo para enriquecer o vocabulário, garantindo o pleno desenvolvimento de frases de sentido claro, bem conectadas. Afinal, para que servem os radicais livres? (=P)

Contudo, somente leitura não é suficiente para suprir as necessidades básicas de um texto. Digo isso por experiência própria.

Durante um tempo, eu me agoniava – no sentido fidedigno do vocábulo, pois não sabia a origem (a+gonia). Só sabia que eu sentia um formigamento nos dedos, uma sede insaciável – como a que a areia deve sentir quando as primeiras gotas de chuva evaporam ainda no ar desértico. Uma vontade de pôr pra fora parte, ao menos um centímetro quadrado do montante de círculo cromático de idéias entrelaçadas. Era quase um ninho, sendo que a ave-mãe (eu) não deixava os filhotinhos alçarem vôo nas asas da imaginação. Talvez fosse medo de algum dos que queriam “meter a cara” meter a cara num obstáculo qualquer (uma crítica, por exemplo) e “quebrar a cara”, se machucar. A matriarca era uma supermãe, era natural a tal super-proteção. Enfim, eu guardava pra mim meus devaneios, a sete chaves. Sendo que os sete cadeados do diário estavam bem trancados. As chaves?Jogadas por aí a fora. Esquecidas, enterradas em algum lugar, à espera de alguém encontrá-las, abrir o diário - em outra língua- e tentar desvendar os “mistérios”, as charadas ali anotadas. Era praticamente a Pedra da Roseta ou um mapa de tesouro de faraós egípcios em que erros de interpretação não poderiam ser admitidos. Caso contrário: morte na certa, enclausurado em meio a quatros paredes - ou melhor, três, visto que é uma pirâmide. Era uma estrada sem placas de aviso. Perigo! Carro na contramão e um caminhão à vista numa pista sem possibilidade de desvio. Muitas miragens, mas nenhuma pista. E muitos outros eras de outras eras.

Bom, após esse longo parágrafo de pura piração, quer dizer, empolgação. Volto ao contexto: textos precisam de um tempero especial que não são simplesmente encontrados em qualquer leitura que se faça. Pincelemos a pintura do que quero dizer:

Os calouros de primeira viagem ao planeta chamado cozinha (haha) não conseguem entender o tempero mais clichê que os veteranos tanto dizem: o prazer. É difícil ter prazer em meio aquele calor todo (por mais que em outros sentidos seja fácil – ops! haha). O que é posto em postas, em pratos limpos é: é preciso carinho. Gosto em fazer aquilo.

De maneira análoga, para se produzir um texto, faz-se necessário gosto. Ao menos você mesmo tem de gostar! Já viu alguém provar da própria comida e não gostar? (Tá, isso já aconteceu comigo- provei do meu próprio veneno (=P –droga, não era pra eu ter revelado), mas relevemos ahora).

Porém, para o desprazer, a combinação “leitura e gosto” ainda não são suficientes. Creio que o “elemento x”, o “x da questão” tem um nome bastante buscado (nada rebuscado), mas a dose na natureza ainda não é de bom tamanho – ou então as pessoas vão procurar em locais errados (livros mais vendidos, romances mamão com açúcar). Feito os mineradores iam para as Minas Gerais ou a Serra dos Carajás e não encontravam nada além de pedregulhos ou pepita.

Bom, finalmente!

O toque especial está na i-n-s-p-i-r-a-ç-ã-o.

Tantas vezes eu quis criar textos do nada. Olhava pro papel, do papel pra caneta, eles se entreolhavam. Meu punho os punha para trabalhar e, forçados, sequer diziam “de nada” – Também! Depois desse tipo de obrigado!

Detesto ter de forçá-los, os coitadinhos.

Então, assim como as sacadas vão atrás do comediante, o tema praticamente corre atrás dos prosadores – ainda que principiantes. O assunto escolhido dentre outros tem um motivo. (Bem como um escravo era primeiro vendido que outro com algum sentido - mesmo que fossem os dentes). Só aí já surge uma atmosfera espacial. O vácuo está prestes a ser preenchido. Com carinho, cuidado e dedicação poderá vir a ser uma coisa que preste. É a inspiração que vai dar o ar para impulsionar (a plenos pulmões, com todo o gás!) as pulsações. Iniciará nesse momento a contagem regressiva do retorno do foguete. Sçlfjsçfjsçjfjs

Um novo ser sideral se abre para conhecer o planeta: a aspiração, agora exteriorizada sob forma (corpo) de palavras. Mas pra elas é um mundo novo. Não podem ser aterrorizadas, portanto. Têm de se sentir bem cuidadas. Nunca pressionadas. Flores podadas para produzir carnudos frutos.

Falando em fruto, se eu continuar devaneando, o fruto da minha imaginação pode passar da madurice. Então, para ele não apodrecer, cair e se misturar ao húmus das minhocas; a ele reservo outro destino:

Qualquer texto não pode ceder à tentação industrial!

Cai a qualidade.

Vejam Jorge Amado, Roberto Carlos... Quando eles ficaram com o compromisso, a obrigação de sempre trazer uma nova obra/composição, a criatividade não foi usada de maneira semelhante a qual estávamos acostumados. E apesar de “José Newton já dizia: se subiu tem que descer!” A gente pode ao menos tentar manter um padrão, sem tanto desvio padrão =P Caso contrário, perde-se o valor de arte, ou seja, uma satisfação própria do autor, subjetiva, impessoal, cada qual com a sua interpretação de acordo com a visão de mundo de cada um. Não é legal transfigurar para folhetins! Mesmo porque eles são próprios da literatura mercantilizada que a ascensão da burguesia carregou consigo!

Blogo pra suprir uma vontade, não uma obrigação. O que quero, do jeito que eu quero – com erros de gramática, viagens intergalácticas desconexas que não chegam a lugar nenhum- quando quero (mesmo que outro interfira, sem querer, na minha escolha. Qual terá sido o motivo de a freqüência aqui tenha aumentado repentinamente? Ops! Haha Só o mês outubro tem quase a mesma quantidade de blogadas que do resto do ano =D).

Certo, após esse imenso roda arrodeio , “roda gigante, roda moinho, roda pião”, retomo o que me fez vir dar a luz a esta criatura que por vós é lida.

Acho que dá pra perceber que guardo um profundo respeito e admiração pelas palavras. No entanto, é de se admirar que elas me desapontaram. Sério.

Uma explicação plausível é a de que “não só de palavras vive um homem, mas do pão de Deus” =P. Do que adianta você dizer que vai chegar lá e vai saltar um duplo twist carpado e na hora do agora ou nunca...kuenkuenkuenkueeenn. Mesma coisa como o meu lindo loveboff que antes chegou a escrever e-mails encantadores, mas que (na minha opinião) não correspondiam quando ao vivo e amores. Eu cazuzeava pra mim mesma: “Tuas idéias não correspondem aos fatos...” haha =*

...

Passando adiante para a principal justificativa quanto à ineficiência das palavras: simplesmente está sendo muito comum eu não tê-las sequer na ponta da língua! Pra ser fiel, isso só ocorre quando pretendo expressar algum sentimento.

Mas não vejo isso como uma coisa ruim. Assim como leitura solitária não basta para um bom texto, somente palavras também são insuficientes para um bom afeto. Apenas existem momentos mais-que-perfeitos em que elas são absolutamente desnecessárias. Imaginem você e ele (ela) a sós, ambos envoltos em braços enroscados, uma troca de olhares apaixonados se mistura à ternura, o perfume do outro se espalha graças à uma brisa suave que sopra amigavelmente, ela(brisa) faz uma leve cosquinha, os dois sorriem...

É uma energia tão intensa que as palavras são fracas!

Pensando bem... “Pra que falar? Basta sentir!” (ao tom de novela mexicana =P) Só isso. Não precisa de mais nada. =D

Seria paz? Felicidade? Amor?

Quiçá. (Kiss ahhhh =D)

Talvez.

Não sei.

Não que seu esteja imitando Sócrates, mas é que



Nunca senti isso antes.

sábado, 28 de novembro de 2009

Fofoca

- O coração dele e coração dela são uns desastrados!


-Minha filha, pois não é que eles se perderam

Num abraço

E agora estão perdidamente apaixonados?

-=O

-E tem mais!

Ouvi dizer que acabaram.

-Jura?

-Acabaram se dando um nó

E agora são um só.(^^)

-tsc tsc

Aonde esses dois (ou seria um) vão parar?



Corações que param...

Isso que eu chamo de morrer de amor.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Quem dera

Um dia ainda vou beijar
Cada cm² do seu corpo


-Bem devagar-

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Esconde-esconde

Quando a gente gosta

Cada beijo esconde

Uma nova aposta


Qualquer sensação

Tem o poder

De ser

Encantadoramente

Diferente


Nessa brincadeira

O que encontro?

Ali, sobre a cadeira

Camuflado

À sombra de alguma estrela cadente...


Vossa presença é um presente.


(“Achei!”

corre corre CORRE CORRE!

Ufa!

Resta a sentença:

“Batida salve todos!")
;D

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Pe(r)dido

Por mais que eu seja um leão
Por favor
Não me deixe ao léo

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Angústia

Não vou nem comentar o desgosto musical de certas pessoas.


Quer dizer, se eu seguisse isso ao pé da letra, se eu fosse fazer – não fazer, no caso- essa blogada seria quase um dinossauro, isto é, seria extinta. Uma ex-blogada. Então, para não começar esse post com um “era uma vez uma blogada”, resolvi cutucar esse assunto.

Por sinal, ele surgiu enquanto yo estava no carro juntamente com o meu adorável irmão e a minha santa mãe Sandra. Estávamos nós, os três mosqueteiros, passeando pela orla de Maceió e eu a contemplar- maravilhada- o límpido azul-piscina no mar da minha cidade natal, mar sem barbatanas de tubarão – vale ressaltar (ops! Recifenses =D). Na verdade, a narradora que vos fala tentava se concentrar na concentração salina (ação que não precisa de esforço nenhum),mas uma insignificância lhe aperreava. Tal qual mosquitos aperream o juízo.

Certo, a mosca que pousou na minha sopa era o som do rádio que o meu brother insistia em obrigar-nos a mim e a minha mãe a ouvir. AFF!

-Muda de rádio, DY!hermano

-Quer qual, minha filha?! – fazendo uso do seu corriqueiro tom de voz: grosseiro

-Bota na 107,7.

-Isso é rádio de otário.

(-Massa)

(Grrrrr...vontade de correr dali!)

Como ele estava no banco da frente e, por isso, com a posse do recurso de mudar de estação, ou seja, o poder em suas mãos, eu acatei ressentida. Amargurada, engoli em seco. Assim como operários se conformam com a alienação, afinal, eles não detêm o controle da propriedade dos meios-de-produção (é aí que está a origem da desigualdade no sistema capitalista). O mesmo ocorre com tantos chinesinhos, indianinhos, tailandesisinhos, cingapurinhos, demais asiaticozinhos, africaninhos, latino-americanozinhos. Todos constituem parte da massa explorada pelas transnacionais. Se bem que eles detêm algo: sua própria mão-de-obra. Porém, barata. Só isso! Sequer têm opção.

-Ou um prato de arroz ou nem um prato. O que você prefere?

-Hum... Existe a alternativa pranto?



Pronto! O enfoque da câmerautora deveria se restringir à crítica musical. (Não que eu saiba fazer algum ruído digno de se chamar música e, por conseguinte, tenha moral para falar. No entanto, ainda assim, ouso criticar. De qualquer modo, não me enforquem nem me mandem para a guilhotina!

... Pensando bem, eu até gostaria, confesso. Se for pensar sob o ponto-de-vista dos motivos de enforcamento durante a Inconfidência Mineira, aspiravam mudanças e tal. Em contrapartida, essa ótica não se aplica no que diz respeito à guilhotina. Já que as cabeças roladas foram as de nobres conservadores. Resumindo: serei uma guilhotinadora, uma rebelde jacobina a espalhar o “Terror” da fase da Revolução Francesa de mesmo nome.

Fçslidflshdhlkjklfaçak

Sabe, ás vezes eu devaneio tanto para ilustrar o que quero dizer que tenho a impressão que meus textos são iguais a certas músicas as quais o ouvinte está louco para ela “começar” – em outras palavras, o cantor começar a pronunciar palavras- mas há uma enorme introdução instrumental. Sendo que quem realmente entende, percebe que talvez o objetivo da canção seja explorar mais os instrumentos mesmo. Por exemplo, ontem mesmo tava voltando de viagem e no caminho escutei uma música que só dizia algo como “ tem momentos que uma calça jeans é a melhor coisa” =P Várias repetições. Com certeza, deveria existir alguma lógica por trás que a minha cegueira de leiga não permitiu enxergar através da translucidez da música. Outra citação: Roupa Nova. Não gosto das letras (acho de um sentimentalismo elementar) nem das vozes (parece que influenciaram o KLB – haha), porém, tem gente que entende de música e gosta devido aos arranjos. O mesmo se aplica aos textículos aqui publicados: essas explicações, divagações fazem parte e talvez sejam até melhores que o conteúdo real que eu pretendo passar.

Então, seguindo a máxima “O inferno são os outros” – que não entendem. Parto de uma reflexão existencial e retomo ao propósito inicial dessa conversa. Vou reler os parágrafos anteriores a fim de pegar o fio da meada. Que a onda me leve! (Se bem que depois da onda, vem a ressaca que me puxa de volta, me arrasta e em seguida me lança, me atira nas rochas – huuummm... atitude voraz! Jakdhkajhfdkjahfkja)

ENFIM,

Como é que tanta gente consome essas gororobas que são distribuídas por aí? Sem a mínima noção de discernimento! Pergunto-me como eles conseguem gostar desses estilos, meu Deus? A minha opinião é que eles escutam tanto que acabam se acostumando. São adestrados. As “letras” são decoradas por osmose de tão insistentes na repetição. Eu fico pensando no porquê de eu ainda não ser uma “artista” visto que para serem compostos grandes sucessos não é preciso grande coisa, sequer precisa pronunciar palavras, pior, consoantes! Quem não conhece o “ aê/aê/aê/aÊ/Ê/Ê/ê/Ê /ô/ô/ô/ô(bis)?kjgxfkshgfsgfksgf

Eu odeio com todas as minhas forças música pop trash americana tipo Rihana, Beyonce, Mariah Carey, Pussycat dolls, sei lá quantas quengas mais. (Certa vez, estava ele- o ambulante de cd pirata- ao lado de uma farmácia, o carrinho dele tocava mais uma desse estilo, e eu fiquei seriamente em dúvida pra saber qual era a drogaria (hãhã) q haha). São suuper apelativas! Podem até ter um vozeirão, mas quem vai valorizar o instrumento de trabalho delas (subtendo que, por serem cantoras, a voz seria o que gostariam que os outros notassem e reconhecessem, como uma bailarina quer que prestem atenção nos movimentos árduos dela e não no figurino) se elas estão com metade da bunda pulada pra fora? =O Não são cantoras, vão prum cabaré! Acho que lá valorizam essas danças vulgares confundidas com “sensuais”. Sério, se eu for mencionar agora as bandinhas que dizem ser “forró’, não acabo mais! (E ainda insistem em dizer que aquilo são “bailarinas”! Quanta ofensa...=O)

E os hip hops estadunidenses? Clipes repletos de mulheres vadias embaladas por um barulho grotesco, carros-máquina fodásticos (seria uma tentativa frustrada de fertilizar a imaginação que o cara seria uma “sexmachine”?! =P), sem falar no estilo – pesadas correntes de ouro- me dá náuseas. Não suporto ir para academia e ser estraçalhada por esse ritmo. É quase um estupro se for analisado pelas premissas de violência, uma invasão que o sujeito não deseja que o agente aja. Existe tortura pior que você tá lá na esteira, correndo feito um hamster, tentando pensar em tudo e mais um pouco para desviar a atenção do sofrimento ( o suor pingando no seu rosto faz você se sentir num ônibus pinga-pinga =P) e aparece mais outra cruz? kahdkjhakjfhsjklfh

Não posso não me referir aos pagodes dor-de-cotovelo e aos rocks-emos tamanhamente engolidos (não imagino que isso seja capaz de ser saboreado). Eu até entendo a vontade de chorar que dá depois que se escuta Fresno ou aquela banda de “Entre razões emoções a saída”... argh!

Certo que Beethoven compôs algo (sinfonia, sei lá) intitulado “a fuga”. Aparentemente seria um som ruim (daí o nome), contudo, só uns poucos conseguiram escutar de acordo com o que estava na cabeça do austríaco, esses pingos se surpreenderam extasiados, vidrados, mágicos.

O que não se aplica aos demais casos recém-mencionados.

Pois então, se querem torturar alguém como eu, me coloquem ao “som” disso. A angústia é tanta que eu fico tonta. Uma barata tonta querendo fugir, porém enclausurada. Por fim, morro. Como os bonecos do The Sims morriam quando eu erguia quatro paredes, ponha-os dentro, retirava a porta e assistia a morte deles (sim, sou sadicamente maligna). Sem comida, sem banheiro, sem conforto, sem diversão, sem social, o com era só com as necessidades. Todas no vermelho. =P Até que do nada emergia a D. Morte e transfigurava-os num pote de cinzas.

...

Não! Pessoal! Agora já vejo a D. Morteee

Socorro!

(Help! Ainda há hope?!)

Puff...

Virei pó - praticamente uma daylit (=P)

Poeira dos pés do fulano da Índia que o vento leva ao próximo poste. Quer dizer, post. (=P)

Que nem sementes são levadas pelo vento e fecundam a terra e dela surgem plantas (polissíndeto). Desde que caídas em terreno não-pedregoso, caso isso ocorra, poderão vir à superfície não plantas legais, talvez “comigo-ninguém-pode” ou até, espinheiros.

Bom, então não é por acaso que eu moro no Rosarinho

(hãhã)

Haha =DDD



PS: Espinheiro e Rosarinho são bairros do Recife.

APROPRIADO

Post apropriado ao momento.
Momento esse em que eu sou propriedade sua e você também pertence a mim.
Tal qual a lua é posse do céu e o céu também faz parte da lua.
Se é assim, que a gente repouse um no outro.
Em paz.
Amém (haha ^^)

Comigo


Zeca Baleiro


Composição: Zeca Baleiro


Você vai comigo aonde eu for


Você vai bem, se vem comigo

Serei teu amigo e teu bem

Fica bem, mais fica só comigo...(2x)



Quando o sol se vai a lua amarela

Fica colada no céu, cheio de estrela

Se essa lua fosse minha

Ninguém chegava perto dela

A não ser eu e você

Ah, eu pagava prá ver

Nós dois no cavalo de ogum

Nós juntos parecendo um

Na lua, na rua, na nasa, em casa

Brasa da boca de um dragão...



Você vai comigo aonde eu for

Você vai bem, se vem comigo

Serei teu amigo e teu bem

Fica bem, mais fica só comigo...(2x)



Quando o sol se vai a lua amarela

Fica colada no céu, cheio de estrela

Se essa lua fosse minha

Ninguém chegava perto dela

A não ser eu e você

Ah, eu pagava prá ver

Nós dois no cavalo de ogum

Nós juntos parecendo um...



Na lua, na rua, na nasa, em casa

Brasa da boca de um dragão...(5x)



http://www.youtube.com/watch?v=Vth4gYbouyU




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Quadrilha de São Luiz dos Quitutes


Eu sou ímpar
E, ainda assim,
Ele consegue ser meu par

=Daylouca, você ainda acha suspeito ele ser o melhor cúmplice pros crimes perfeitos?
Bom, se ele já roubou o que fica no lado esquerdo do peito, qual a prova que falta?

CONDENADO!

(Condenado a ficar do meu lado
Matuto Amado)

=**

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Querido blog,

Ontem eu dancei "Beat it" sem precisar de beat it ta (birita) =P
Uhuuuu!

O próximo passo é essa:

http://www.youtube.com/watch?v=ACg4OxVDr_w

O que vai mudar será: a plateia.
Ah! Talvez os aplausos não sejam uma mão batendo na irmã.
Quiçá seja uma palma tocando, agradecida, a do outro.
 ^^

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Meu amorecuzinho (ops! haha)

Um dia ainda encontro as palavras certas

Capazes de traduzir o sentimento

Que só você faz transbordar em mim



Até lá, vou tentando

Com açúcar

Com afeto

Com carinho

Abraço aberto

-E sorrisos! =D


Pro meu namoradinho^^



Se bem que...

Quer forma melhor de dizer que eu te ai love iúúúúú?! (=

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Nota de ressentimento

Eu já mencionei aqui algo sobre o não gostar do monopólio da comunicação. A meu ver, a troca de informações dá-se quando os dois emitem e recebem a mensagem. Ambos participam. Por essa razão, é quase inenarrável a minha cara contrariada em face à cruel realidade de blogar neste espaço e raramente receber retorno de você, leitor anônimo, acomodado, bem sentado como fiel representante dessa geração de meias palavras.
Perdão o desabafo, há ressalvas, só quero que entendam que me sinto uma idiota numa caverna, gritando e respondendo ao meu próprio eco ou ainda, feito uma repórter entrevistando um ser invisível que ela imagina estar sentado numa cadeira.

Isso porque se eu postava devido à uma vontade minha, independente da alheia, mas passei a ser sustentada por incentivos, significa que eu espero que eles continuem - não necessariamente com elogios, adoraria receber sugestões ou dicas para me"improve".

Pois quem não palpita, não tem moral pra reclamar que eu não blogo.
Enfim, vocês entenderam.

Vá, luar!




Vá, luar,

Mais uma vez

Com toda serenidade

(Sua por renome)



Vá repousar

Descansado

Nestes (a)braços

- homem-



Que eu quero ouvir

O murmurar

Da tua voz

Enquanto penso:

“Como resistir à tamanha embriaguez?”



Até que tenso

Sem manha nenhuma

Desisto:

“-Oh, insensatez!”



(Cadê luar, vc?

Ah...

Já é de manhã?!)


“Venha/ Antes que amanheça/ Tecer noites e páginas”

Que é “Pro dia nascer feliz!”

domingo, 15 de novembro de 2009

ConstelAÇÕES

Certa vez, fiz um pedido à uma estrela cadente, sendo que ao invés da estrela, o que caiu foi um anjo.
 Esse anjo é você.^^
Você-sabe-quem.
Tal qual tu, não contarei o tratado. Porém, tratarei desejar a você, quarta estrela reLuzente, o que desejo para mim.
Ei-lo: http://www.youtube.com/watch?v=xQV6XVOB7hw

Eu quero a sorte de um amor tranquilo


Com sabor de fruta mordida

Nós na batida, no embalo da rede

Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia!



E ser artista no nosso convívio

Pelo inferno e céu de todo dia

Pra poesia que a gente nem vive


Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum veneno antimonotonia



E se eu achar a tua fonte escondida

Te alcanço em cheio, o mel e a ferida

E o corpo inteiro, feito um furacão

Boca, nuca, mão e a tua mente, não!

Ser teu pão ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum remédio que me dê alegria



Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia

E algum veneno antimonotonia

e algum...
 
Caberá a você realizar (ou não), Ursa Maior.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Todo dia eles fazem tudo sempre igual


Político é preso e solto logo em seguida

O argumento da "excelência" era de que o dinheiro não era dele.
...
...
Claro!

O dinheiro era nosso!

Não vejo a HORA de chupar um...

...


TIC TAC!

Q haha
kjfhkfkjshfskfhalhfs

Hummm...mentes maldosas, heim?! tsc tsc
=P

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Falta de opção no capitalismo

-Um guaraná, por favor.


-Só tem Kuat, pode ser?

-Então me dá uma Coca.=/


Assim fica difícil
Exercer o nacionalismo

Tá certo que é um tanto extremado e eu não quero ter “O triste fim de Policarpo Quaresma”, sendo que seguindo a lógica de incentivo à industria desta terra, eu prefiro Guaraná Antartica a Kuat. Só por essa razão, pois o sabor pra mim é o mesmo.


Mas assim não dá!
Grande hipocrisia
Por a Coca no lugar do guaraná

Que coisa... o capitalismo que tanto se gabou por ter tanta variedade, hoje se vê na mesma situação de falta de opção que o “comunismo” da URSS.

É o que dá... monopolizar... tsc tsc

Você bebe Coca, Kuat, Fanta, Mirinda, Sprite, Jesus, mas a verdade é que é tudo uma coisa só: Coca Cola Company.

A diferença está na máscara.
´

Analisando mais profundamente esse poema de Décio Pignatari- em que os vocábulos se metamorfoseiam e formam borboletas variadas (referência ao jogo fonêmico-semântico)- percebe-se que o objetivo do autor vai além de antipropaganda.


Observe o segundo verso. A passagem de beba para babe evidencia o processo ideológico e o discurso do silêncio. Beber coca-cola não significa nos países de Terceiro Mundo, somente o ato de sorver o líquido e matar a sede; é, antes, a ação de absorver uma cultura que se mistura à essência da coca. Babe, além de representar o ato de lambuzar, transmite um sentido relacionado aos efeitos da perda da identidade cultural.

A frase babar cola é, de certa maneira, aderir ao consumismo, que compreende toda a dinâmica do capital e, por conseguinte a subserviência cultural.

Para substantivar as constatações anteriores, o segundo movimento do poema inicia com a abertura do primeiro, suprimindo o vocábulo cola. O imperativo beba coca engloba, dessa maneira, a necessidade de se consumirem e de se assimilarem todos os componentes culturais que, de forma implícita, a coca representa.

A seqüência babe cola caco, ao proceder a aproximação com babe cola, figura obrigatoriedade da adesão, pois dela dependerão concessões ao Terceiro Mundo e o futuro das empresas multinacionais.

Por fim, a mudança da palavra coca para caco, esclarece a qualidade do produto e do consumidor. Além de remeter à mediocridade da cultura importada, caco deixa entrever a transformação do produto, reduzido a excrementos, cocô, fim de toda sociedade consumista e subdesenvolvida que perde a identidade cultural.

PoiZé...



segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Preferência

Trecho do Sermão da Montanha:


“Digo-vos a vós que me ouvis:

Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam,

Abençoai os que vos maldizem e orai pelos que vos injuriam.

(...)

O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles.

Se amais os que vos amam, que recompensa mereceis?

Pelo contrário, amai os vossos inimigos, fazei bem e sereis filhos do Altíssimo, porque ele é bom para os ingratos e maus.”



Acho esse ensinamento muito admirável.

Fazer bem a só quem Tb o faz pra vc... Qualquer um é capaz de fazer isso.

Mas quem consegue devolver um tapa com um sorriso -sincero, pra mim, é sinônimo de fortaleza.

A vida não pode abrir espaço pro orgulho. Se isso acontecer, tudo (com todas as generalizações que a palavra carrega) vai ser muito restrito.



Então, se eu acredito nessas premissas, não vou ser hipócrita em praticar “olho por olho, dente por dente”.

Vou me inspirar nelas e tentar ser uma pessoa melhor.



Porque quem perdoa não é porque é besta, mas porque escolhe ser feliz a ter razão.

domingo, 8 de novembro de 2009

A Faca foi pro buxo

- Aí tem rodízio de crepe, né?


-Sim, senhora, nós temos rodízio de crepe de quinta a domingo.

-Logo, hoje.

-Aham.

-Massa. Tem algum cardápio?

- Sim, gostaria de carne, peixe, camar...

-Massa.

-Nós temos (algum nome italiano) ao molho (algum nome francês)

- E o preço?

- Hum...acompanha bacalhau?

-Não senhora- respondeu o garçom meio desentendido.

- É que o preço tá salgado.

Hdkahdlafsuflsjfgsjlkfjslkjfsj blábláblá =P

- Vamos às carnes.

-Picanha argentina, carne assada ao sol, maminha, cupim...

-Ei, já que o senhor falou em cupim, desculpe a minha cara de pau, mas me vê alguma coisa a preço de banana.

- Como preferir, nós temos esses camarões na promoção por R$ 19,90.

-Errrm...pelo menos não vai me trazer uma indigestão quando eu me lembrar de quanto custou.

-Vai pedir um desses?

- Acho que sim, mas só para tirar o peso - da minha consciência... Por favor, traz o cardápio de crepes.

Atenciosamente, com toda a satisfação que aprendeu na aula de ciência – a paciência, o garçom leu para a moça todos os sabores enfeitados por nomes criativos, estrangeirizados (a sensação que ela teve foi a de que não só os peixes eram frangos, quer dizer, frescos).

-Vou querer camarão mesmo! E um guaraná. Quanto fica tudo?

-R$22,30.

- Incluindo a entrega? Eu moro bem pertinho, dá pra ver daqui.

-Não, nós não fazemos entrega.

Akdjflksdjfklsjdglshkshkskgjhsklhglsjglksdljfildglhjlgkjdldljldjfhlk



Né Freud? Se colocam o telefone bem grande na placa, quer que eu pense o quê?

Hahahahhaha ;D

(Pra quê esse telefone tão grande?!
PAVÊ?!)

Filhos de Kant

Eu conheço gente que é tão certinha, mas tão certinha que se um dia eu tiver um circo, vou chamar la persona pra ser equilibrista.


Afinal, o que gente assim melhor sabe fazer é

Andar na linha (=P) haha

/;amdçkajfkhsflhslfhlkjfçs


É que “Eu prefiro as curvas/ Da estrada de...”



Abaixo o falso moralismo!
Deixemos o circo pegar fogo!

Adeus aos palhaços sem sal.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Os quatro elementos

4 de novembro, quarta-feira, nuvens, uma cadeira.


Amor

Carinho

Respeito

Looucura!




- Eternamente.




Quatro estações


Quatro fases da lua


Quarteto fantástico (=P)


*Nós quatro:


“Eu e você


Você e eu


Juntinho!”

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Parta para o todo

Toma-me toda inteira
No teu abraço

Apertado

Mas tu também te ofereças

Todo

Por completo

Que assim

Feito faz o sagüim (haha)

Eu me satisfaço



(Com um pedaço)


-Ai, Day! Logo hoje que você aprendeu que nunca se deve dizer todo...


-Nananinanã... Eu também aprendi que não se deve dizer nunca.

=D

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Encontro das águas

Amores são águas doces
Paixões são águas salgadas
Queria que a vida fosse
Essas águas misturadas

Eu que já fui afluente
Das águas da fantasia
Hoje molho mansamente
Nas margens da poesia

^^
Esqueci o verdadeiro autor. Só sei que a Maria Bethânea canta.

Enquanto ela canta, eu encanto! haha

domingo, 1 de novembro de 2009

“ Uuuh... seus olhos são espelhos" - d’alma

Quando olho pros seus olhos
O que vejo
É o brilho dos meus
Refletido nos seus...
Beijos

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Não sei se eu me inspirei nela ou se ela é quem respira em mim

http://www.youtube.com/watch?v=U90lqP8tEfw&feature=related

Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei pra onde ir

Eu não sei por que moro ali

Eu não sei por que estou



Eu não sei pra onde a gente vai

Andando pelo mundo

Eu não sei pra onde o mundo vai

Nesse breu vou sem rumo



Só sei que o mundo vai de lá pra cá

Andando por ali, por acolá

Querendo ver o sol que não chega

Querendo ter alguém que não vem.



Cada um sabe dos gostos que tem

Suas escolhas suas flores, seus jardins

De que adianta a espera de alguém

O mundo todo reside dentro em mim



Cada um pode com a força que tem

Na leveza e na doçura de ser feliz

São Luiz vai animar o zoológico


Uau! Que ANIMAL!


=DDDD


(tá bom, prometo q vai haver melhores =P)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Frase do dia (ou doidinha)

O campo minado, além de esconder bombas, está repleto de lobos na pele de cordeiro.

Ah, vão pastar!

(Enquanto isso, eu vou postar =P)

O Dromedário lendário

http://www.youtube.com/watch?v=E8Qln65EQBU&feature=related

"Vai ver era só dizer a ela assim:


Moça por favor, cuida bem de mim!"

q fofinha^^

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Rezenheiros



-Mãe, que demora da peste é essa, heim?

-Já vooou! To terminando de fazer minha sombrancelha...



-Inxe...


Praticamente uma Malu “mother”

Haha ;D

sábado, 24 de outubro de 2009

Sem fronteiras e sem limites

Descoberta de grandes navegações na web:
- Menina, antes eu achava q vc só tinha hiperatividade e transtorno obsessivo compulsivo. Agora descobri q vc dever também transtorno bipolar, dupla personalidade e afins.
-Pois é, querido, eu sou assim “Do Oiapoque ao Chuí”.


“Navegar é preciso


Viver não é preciso”

Sopa de letrinha

Hoje meu ouvido escutou
Um muy agradável
Zumbido
Acabei de voltar do show
do Paulinho Moska – com a abertura de Maria Gabiru.


Saí do show do Moska

Desejando uma sopa

Cheguei em casa

Desejando uma sopa

Adentrei a sala

Desejando uma sopa

Mas ao invés da cozinha

Dei um passo

Na direção do sofá


Não agüento tanto rock assim

Em seguidas sextas
É muito Raul para mim

Vou dormir

Antes que eu vire um zumbi

Um zumbi desejando uma sopa

Então eu fico por aqui

Com a sopa que eu sei fazer - a de letrinha

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Ó céus, decida-se!

Numa hora, sorri pra mim


Noutra, vira-me as costas

Esse tal de Antônio não sabe o quer!



O santo, claro!

=D


Não sou uma profunda interpretadora de sorrisos de Mona Lisa.

É que eu não consigo perceber a expressão.

Qual a cor da transparência?

Desejo que as asas da ausência voem ao encontro da minha presença. Que azar! A fonte secou. Agora só restaram as pedras.Como consolo, congelei-as no corAÇÃO. O desejo? Possíveis imagens.Petrificadas.Que alçaram vôo nas asas da imaginação. Mesmo se algum outro passarinho tentar carregá-las, será em vão. São meras miragens, disso não passarão.Meras miragens num texto nu e sem conexão.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Impossível te ter como ex


Por Neruda:
“Mas se amo os teus pés

É só porque andaram

Sobre a terra

Sobre o vento

E sobre a água,

Até me encontrarem.”

Day, dai continuação:
Disse a sapatilha para a bailarina.
^^

Não tem falta de tempo,

Não há falta de ar

Não existe estrada triste

Que me impeçam de voltar

Pros teus braços.

Balé.


Saudade dos voos após poses seguidas de piruetas consecutivas.

Próximo ano eu viro três,
Mas torno a esculpir movimentos denominados em francês.

Outra vez.

Toda vez que eu me encontro com ela


Toda vez que eu me encontro com Maceió, ela implora pra que eu fique com ela.

Como D.Pedro I, eu proclamo:

“Se é para o bem do povo e do Brasil”
...

                         Eu resisto.



Até quando?
Aí é outra história.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ando esperançosa

Estava à toa na vida


Caminhando pela avenida

Até que algo me fez parar bruscamente:

Avistei um espécime curioso...

Ali, colado ao chão, aonde pessoas vem e vão

Mas elas não o vem não



(Tá, isso soa como algo com conotação crítica. Não é essa a minha pretensão now)



Miserável, cinzento, coberto por pó...

Juro que pensei que aquilo fosse um fóssil!



Talvez a última característica recém-citada tenha dado um ar de museu mal-cuidado, estante pouco usada, enfim, imagem de móvel empoeirado.



Pois aquilo ali.

Imóvel.

Tremendamente indefeso.

Era nada mais nada menos...

(Nem passou pela minha mente!)



...que uma lagartixa esmagada.



Eu juro, ela parecia tão...



Jurássica?!



(Por falar nisso, gosto desse nome, Jurássica...

Adoro proparoxítonas, iradíssimo el chico Chico tê-las empregado na construção da letra de “Construção”.

Acho até que o nome é um forte candidato a nome da minha prole –q haha)



Enfim, poupar-vos-ei (q pomposo... blah!) de mais comentários pouco construtivos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

À ferro e à fogo, eu me afago em Afogados

-Meu olho tá coçando tanto. Acho que vou pegar conjuntivite... Qual o remédio pra conjuntivite?


- Olha, eu tive só um comecinho dela, aí eu esfreguei o dedo até esquentar (como um certo neandertal fez com duas pedras e por elas fez-se o fogo), depois pus o dedo quentinho no olho e sarou – nem saiu pus nem nada!

(perplexidade)



-Pronto, então eu vou logo colocar o indicador no ferro de passar!

Mais prático ainda: o próprio ferro na cara (bem tipo: "oi, eu sou um gado marcado à brasa)

Aí quando eu sair com a “cara pintada” à ferro, eu digo:

“Me ferraram!”



Q haha



Algo me indica q não devo testar isso...

domingo, 18 de outubro de 2009

Eu vou sair com ele

-Fulana, vc vai fazer alguma coisa sábado a noite?
-Beltrano, eu vou sair com o Pedro.
-Posso saber quem é esse serzinho?
-Pedro Á lvares Cabral.
-Hã?
-Vou assistir History Chanel.
=B

------xxxx-------xxxxx
-Menina, vamos prum "baile".
-Cara, eu vou pra um lá em Madagascar.
-Madagascar?
-É, vou estudar geografia.



"Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite"
Inclusive eu.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Uma "coma" faz a diferença. Como?

-Muito bom Day!

...
-Pra você também.

Será mesmo que soy mentirosa?

Sabe, não me incomodo que me chamem de "Pinóquio" por eu contar histórias mirabolantes de acontecimentos não-fictícios.

Eu sempre tive cara-de-pau mesmo!
;P

sábado, 10 de outubro de 2009

JOHNIE B. GOOD!




uhuu!

"Pior que a vida é a não-vida
do que se faz espectador,
nem mergulha, nem nada, nem conhece
o mar fundo:
está sempre à beira da estrada"

Marly Oliveira

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Eu tô grávida

Eu tô grávida
Esperando um furacão, um fio de cabelo, uma bolha de sabão
E vou parir
Sobre a cidade
Quando a noite contrair
E quando o sol dilatar
Vou dar a luz

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Eu me amo e sou correspondida

Acabei de descobrir...
Que estou apaixonada
...

POR MIM!
(Não leve a mal
Eu só querooooo
Que vc me queira)

É só o que me falta =D

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A vida segundo Charles Chaplin


Eu concordo!=D


"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu achoque o verdadeiro ciclo da vida está de trás pra frente. Nós deveríamosmorrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até serchutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro eirtrabalhar.Então você trabalha 40 anos até ficar novo pra poder aproveitar aaposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e seprepara para a faculdade. Você vai pro colégio, tem várias namoradas,viracriança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho nocolo,volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vidaflutuando...e termina tudo com um ótimo orgasmo. Não seria perfeito?"

terça-feira, 8 de setembro de 2009

"It's been waiting for you/ to open up"

CONFIRAM! MUITO BOM

http://www.youtube.com/watch?v=iBMHYpOkDGM&feature=fvw

Wait, do you see
My heart on my sleeve?
It's been there
For days on end andIt's been waiting for you
To open up
Just you baby, come on now
I'm trying to tell you just how
I'd like to hear the words
Roll out of your mouth finally
Say that it's always been me

That's made you feel a way
You've never felt before
And I'm all you need
And that you never want more
Then you'd say all
Of the right things
Without a clue
But you'd save
The best for last
Like I'm the one for you

You should know
That you're just a temporary fix
This is not rooted with you
It don't mean that much to me
You're just a filler in the space
That happened to be free
How dare you think
You'd get away
With trying to play me

Why is it everytime
I think I've tried my hardest
It turns out it ain't enough
Cause you're still
Not mentioning love
What am I supposed to do
To make you want me properly?
I'm taking these chances
And getting away
And though I'm trying
My hardest you back to her
And I think that I know
Things may never change
I'm still hoping one day
I might hear you say

I make you feel a way
You've never felt before
And I'm all you need
And that you never want more
Then you'd say all
Of the right things
Without a clue
But you'd save
The best for last
Like I'm the one for you

You should know
That you're just a temporary fix
This is not rooted with you
It don't mean that much to me
You're just a filler in the space
That happened to be free
How dare you think
You'd get away
With trying to play me

But, despite The truth that I know
I find it hard to let go
And give up on you
Seems I love the things you do
Like the meaner you treat me
The more eager I am
To persist With this heartbreak
And running around
And I think that I know
Things may never change
I'm still hoping one day
I might hear you say

I make you feel a way
You've never felt before
And I'm all you need
And that you never want more
And we'll say all
Of the right things
Without a clue
And you'll be the one for me
And me the one for you

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mais uma proposta "espetacular"

Ás 14h14, depois de uma manhã satisfatoriamente produtiva, entrei no meu twitter (www.twitter.com/enloucrescente) não pra twittar, mas pra checar as twitadas dos inspiradores caras do CQC – são sempre úteis- até que parei num comentário do Marcelo Tas sobre o “Tire o bigode” que foi parar no The NY times e no The Guardian.

“Tire o bigode”, pelo que eu entendi, é um movimento de protesto contra a permanência do Sarney em que as pessoas só vão tirar o bigode quando ele sair; as mulheres, no caso, vão dar um jeito de arranjar um. A iniciativa do blog http://www.tiremobigode.blogspot.com/ é bem interessante, teve uma foto em que aparece a Frida e o comentário é: “Mais um ‘khalo’ na vida do maior senhor feudal brasileiro.” Adorei! Haha

Mas o objetivo mesmo desta blogada é blablablablear sobre um post do criador que falava sobre a
“distorção que é o próprio blog (dele), que deixou de me dar satisfação como
forma de protesto e agora me satisfaz tornando-me uma celebridade instantânea da
blogosfera.”
Tal comentário me lembrou instantaneamente de “sociedade do espetáculo”.
Isso significa, de maneira bem simplificada, que a realidade se transforma em imagem, o espetáculo, em realidade. De modo que a arte, por exemplo, perde sua concepção original de satisfazer o artista, subjetiva, e o faz virar um mero produto em que a qualidade das suas criações quase não importa, e sim os altos valores acompanhados de sifrões - que são conquistados a custa de muito "auê". São exemplos Marcelo D2, que perdeu a conotação inicial de protesto (hj as pessoas só levam na brincadeira quando ele fala em maconha) e o Seu Jorge, este último critica as burguesinhas e nem pára para reparar (intimamente, acho que ele deve sacar isso e se morder por dentro, pq ele serve a um bando de gente que lhe causa repulsa) que ele faz música, mas somente os burgueses têm condição de assistir a um dos shows caros dele. Enfim, os artistas em geral julgam os outros e sequer reconhecem que os próprios se transfiguraram em mais um produto.

Na minha visão,isso tudo tem a ver com o “tirem o bigode” sob o aspecto de que a proposta inicial de contestação já está perdendo espaço praqueles que querem apenas aparecer, para muitos é só brincadeirinha. Os bigodes criativos agora fazem parte de mais um novo espetáculo. Que em breve será substituído por outro.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Para o tarja(faixa) preta

Se duas paralelas se encontram no infinito
Por que hoje você não pode sair comigo?

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Dia do aniversário

O melhor presente que alguém pode receber...

É ser filha dos meu pais
Exclamações

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Receita para fabricar bem-estar

You Will need

Determinação e
Uma dose, pode ser de vinho, mas prefiro que seja de boa vontade =D

Instruções

-->Depois de uma noite bem dormida, se sente na cama e faça um rápido alongamento.

-->Ainda na cama, comece a rezar – se vc não acredita em Deus, pense nas coisas boas que aconteceram a você e pense no que gostaria que lhe ocorresse, ah! Pense tb nas ações que está arrependido (a fim de não fazer de novo ou, se houver tempo, pra consertá-las)
Detalhe: comece com os arrependimentos.

Prosseguindo,
-->Vá para um lugar da sua casa que de alguma forma mantenha contato com a natureza (Quando eu tô em Maceió, vou pra varanda e fico sentada no chão frio, olhando o mar, pra lá e pra cá, ouvindo os pássaros, admirando o sol nascer – ou o poer*- e as cores no céu pinceladas. Mas como now vivo no Recife, vou pra janela em cima do tanque de lavar roupa e observo as árvores em meio aos prédios e as novas plantas dos prédios, Enfim...)

-->Close your eyes.

-->Respire profundamente (como se o ar conseguisse ultrapassar qualquer barreira e invadir a mente).

-->Coma uma fruta fria
(É preciso alguma energia).

-->Vá se movimentar!
Faça algum exercício. Se for corrida, dê preferência ao ar livre (e não à esteira – ai que saudade da orla da minha cidade, mas aqui ainda tem a Jaqueira que também é buena). Na volta, se alongue (como já fiz ginástica rítmica e balé, essa é a parte que eu mais gosto ^^), se possível, ouça música instrumental (geralmente, opto por piano ou violino, mas é massa misturar, tipo orquestra).

-->Tome um banho de água fria, lave a cabeça.

-->Tome café junto com a família ou quem quer que esteja nessa hora. Não ligue a TV!
Aproveite esse momento, ele pode fazer falta no futuro. (Digo isso pq é o meu caso. Adoro fazer qualquer refeição com os meus pais, talvez devido à viela que é morar longe deles...)
*No caso de morar sozinho (como o meu):
Na falta de alguém, fale com as flores; na falta de flores (como aqui em casa) fale com os passarinhos; na falta de passarinhos (como na porta da minha casa, que nenhum beija-flor invade, nem me dá um beijo, nem parte) aí, meu bem, ouça música! E dance! Dance como se ninguém estivesse olhando, ninguém está mesmo.

-->Então, parta para a luta!

**Dica: Para não se estressar nos engarrafamentos da cidade, leve uma garrafa de vinho. (tô brincando! Lei secaaa)
Aproveite o tempo parado para ler aquele livro que vc acabou de pegar emprestado, ou comprar, melhor se comprado num sebo (acredita que eu conheço um cara que comprou um livro achado num sebo por R$ 5, com a dedicatória de alguém muito importante da Argentina e vendeu no site de leilões, no ano de uma data comemorativa de lá, por R$ 5.000?!)

-->Ponha um sorriso radiante no rosto (vc tem motivos)

-->Pelo menos uma vez na semana, faça caridade. Um ombro amigo que sirva de apoio pra alguém que precisa, uns três pares a mais de ouvidos, ajude a faxineira a arrumar a casa ou sorria pra alguém (ótimo se vc não conhecer esse certo alguém e melhor ainda se vc souber que nunca mais vai encontrá-lo); o que mais surte efeito comigo é brincar com crianças em projetos de caridade =DDAY ^^

***Não estranhe se alguém estranhar o motivo de tanta alegria num dia absolutamente comum, simplesmente pra vc cada dia é um dia e não apenas “mais um dia”, capichou?***

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Desejo

Desejo a você…
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel…
E muito carinho meu.

Desejo, de Drummond

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Trocando pratos por prantos

E estavam lá, as três, sentadas na mesa daquele restaurante de Berlim, prestes a serem atendidas pelo garçom - uma gracinha, por sinal!- todas já com o cardápio em mãos, o cardápio- como de costume- continha uma tradução para o inglês; o que não ajudava muito...
- Carlinha, que é pork? Porco?
- Hum, ai, gente, sei lá... Eu sei que porco é pig, mas se é pork também eu não tenho certeza não...
- Mas tu num serve mesmo pra nada, né, Carlinha! tsc tsc – brincou a sorridente morena pernambucana, Juliana, sentada do lado oposto da mesa, Juli brincou uma brincadeira com fundo de verdade.
- Nheem, e quem foi que descobriu o significado que tava escrito na camisa que você comprou em Londres, heim?- tanto a meiguinha mineirinha com alguma mínima noção do inglês, Carlinha, quanto a outra restante; riram gargalhadas contagiantes- que foram contidas por um grupo de coroas de cara amarrada da outra mesa, coroas carregando coroas imaginárias devido aos olhares de censura por cima de narizes aduncos e empinados conjuntamente com o tronco também empinado, características de linguagem corporal relacionadas ao eu superior ao das garotas ( apesar de que isso poderia ser também uma tentativa de driblar a força da gravidade dita por José Newton: “ Se subiu, tem que descer!” e deixar os seios maiores, entendendo-se que não havia meio de aumentar as cadeiras, nem mesmo por ilusão de ótica ou silicone, portanto as cadeiras feias estavam bem escondidas em cada cadeira a qual estavam desconfortavelmente acomodadas...)Mas era a postura de superioridade mesmo.
- É que aquele “I’m easy” tava grafado com letras tão... Sedutoras... Até chegavam a ser... Suculentas?!- divagou Carlinha observando um prato flutuar nas mãos da garçonete.
As meninas foram atendidas por um garçom educado e elegante, pra ser sincera, acho até que ele caprichou ainda mais nas suas qualidades, claro, o interesse carnal (o instinto que a beleza é capaz de acender à primeira vista) era recíproco e as garotas tinham consciência de que naquela terra longínqua, elas eram espécie rara.
Depois de acordarem de sonhos um tanto indecentes, mas deliciosos, elas se deram conta que ainda não haviam escolhido o prato.
Juliana então sugeriu: - Olha, a gente tá num lugar desconhecido, uma língua desconhecida, qualquer coisa que a gente pedir vai ser estranho, vai isso mesmo!
Mas a menina-moça restante, uma alagoana, pop descolada, esbeltamente semelhante àquela sereia cantada em músicas sobre Maceió, prestes a ser pescada. O extremo oposto da alagoana que Clarice Lispector descreveu em “A hora da estrela”, Macabéa...
Elisa, portanto, teve uma idéia melhor e resolveu perguntar ao próprio garçom o que era pork, para isso, utilizou-se do pouco conhecimento de Carlinha, que asked:
- What is pork?
- Ele falou o quê, Carlinha?- Elisa indagou.
- Hã... Ele tá dizendo pork é um tipo de carne...
- Haha! Jura? – Elisa, em tom irônico, disse isso em direção ao atendente que sorriu de volta; acho que pensando no quanto foi útil.
- Tenta de novo, tenta de novo!- insistiu Juliana.
-Erm... Yes, we know. But what kind of meat? I mean... which animal?- Carlinha fez mais uma tentativa com seu inglês rudimentar.
Então, as três se sobressaltaram.
De repente, o garçom cai com estrondo no chão.
- Será que ele machucou a perna?- a voz era de Carlinha, mas as outras estavam muito entretidas, observando –abismadas- o homem fazer um gesto desenhando algo espiralado que devia sair da bunda.
Agora todos do restaurante olhavam pro rapaz e, consequentemente, pra mesa das brasileiras.
Mas não parou por aí. Mais e mais garçons foram se juntando a ele. Os demais que estavam servindo balançavam a cabeça, contrariados.
Logo, o bando de garçons começaram a soltar ruídos grotescos (não, não eram flatulências) pela boca. Um murmurava para o outro na língua materna: “Logo logo, elas vão descobrir”. Mas as meninas estavam estupefatas com aquela cena, digamos, incomum e continuaram paralisadas.
Percebendo que nada ia acontecer, um dos garçons apelou. Pegou nas costelas do outro que estava colocando a cartilagem do nariz pra cima ao som de “Oncs” do restante.
Eureka! Finalmente tudo se esclareceu para as meninas.
“Já não era sem tempo” – pensou baixo o até então porco.
-So... – soou a voz máscula do atendente.
- Why didn´t you say pork is a pig´s part?
- Cause this is my job.
??

As três gatinhas cochicharam alguma coisa; decidiram sair de lá.
Carlinha: We wouldn´t like anything, thank you.
Visivelmente contrariado o garçom se retirou. As meninas também. Saíram em fila indiana, quase como um desfile de moda. A propósito, estava acontecendo a fashion week de Berlim, elas tinham planejado dar uma passada pelo lugar...
Juli, a primeira da fila, durante a caminhada, sequer prestou atenção no que Elisa estava falando sobre cultura e conceitos sociológicos. Juli olhou pro céu e percebeu que o teto tava carregado de nuvens carregadas, vislumbrou um relâmpago que iluminou uma enorme poça de lama que tinha no caminho. Juli parou bruscamente, escapando por um triz para não terminar como uma porca, mas Elisa e Carlinha não pararam.
Como um efeito dominó, as três caíram na poça de lama.
Como é bem típico destas cenas, começou a chover.
Agora dava pra ver que havia uma placa em cima da entrada do restaurante.
Carlinha foi quem falou:
- Eita, tá escrito que hoje é a noite dos garçons- atores... Aquela grotesquidade toda foi porque era o trabalho deles encenar.
Elisa foi a próxima: - Cenar e encenar.
Juli: Sei lá...
E ficaram lá as três porquinhas. Na rua, na chuva, na fazenda.
Rindo litros -de lágrimas que não eram de crocodilo.
Trocando pratos por prantos.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Agora que agora é nunca

Nunca eu tenho coragem de me fazer essa pergunta:
Por que eu nunca faço o que eu queria fazer agora?
Por exemplo, agora estou faminta
E nem por isso vou pra cozinha!
Tempos permutados...
Agora que agora é nunca
Vou pra luta
Vou fazer comida
Muda
Agora estou de boca cheia
Degustando a minha ceia
Muda.
Mudânus...

sábado, 18 de julho de 2009

We will survive!

Droga de blog que dá erro de página e eu não consigo carregar vídeo!
Hunf...
Aff...
e onomatopeias afins

vejam aí em: http://www.youtube.com/watch?v=Xui7x_KF7bY

terça-feira, 9 de junho de 2009

Confusões arquitetadas

Resolvi traçar esta breve blogada somente pra justificar possíveis e erradas interpretações a respeito dos rabiscos aqui presentes.

Quando eu decidi criar meus blogs, não foi uma coisa tipo: “Pronto, criei. Que faço agora?”, mas porque desde antes de o re-cheio de mim sair do ovo, eu costumava brincar com as palavras. Como eu já tava quase que com uma coletânea, decidi “criar meu website/fazer meu homepage/(descobrir)com quantos gigabytes se faz uma jangada/um barco que veleje”...

E assim, aqui estou eu, pintando o sete!
Não retratando necessariamente acontecimentos do meu cotidiano, mas contos mundânus. Sejam ele concebidos agora ou a long time ago, mas só recentemente postados. Posto também as minhas brincadeiras nerds com jogos de palavras e sentidos. O post que diz que o eu - lírico é sedentário por não namorar, por exemplo. Quem disse que a =DDAY é o eu-lírico? Eu também não disse. Ele surgiu simplesmente por acaso e -a título de esclarecimentos, numa época em que eu estava “muito bem, obrigada” nesse aspecto pessoal. Eu poderia ter mudado o pronome (trocado meu por teu, sei lá), mas enfim... Talvez até quisesse mesmo adicionar essa dúvida no leitor, adoro textículos que penso “será que foi feito pra mim?”, “será que ele quer que eu saiba disso?” instiga a minha curiosidade (inclusive a minha mãe sempre diz que um dia eu morro por causa dela (curiosidade)- Ops! haha.

Entonces, não fiquem sentidos se a imagem que passo aqui for de uma enloucrescente desesperada ou deprimidamente depressiva ou mal-amada ou sofrida ou de coitadinha ou “nunca imaginei que você passasse por essas crises existenciais” ou algo do tipo.

Pois muitas vezes o que escrevo não aconteceu comigo, claro que há momentos inspiradores (que me inspiram a escrever possíveis dores, desabafos que não aguento “vomitar pelos ouvidos”, preciso de um ungüento: o blog), mas fazendo minhas as palavras de Guimarães Rosa quando ele diz que não precisa conhecer o sertão pra escrevê-lo, para um escritor, basta imaginá-lo( parecida também é a opinião de Chico Buarque a respeito se ele vivenciou sobre o que já versou).

Eu finalizo por aqui, com esta conversa – ou com prosa-, lembrando:

Isto não é um diário de confissões de uma adolescente.
É mais de confusões!Haha!

=DDDDDDDDDDDDDDDDDDDAY
APRECIEM SEM MODERAÇÃO!